Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
EM MARINGÁ

Acusados da morte de Eduarda Shigematsu enfrentam júri popular em junho de 2026

Após seis adiamentos e mudanças de cidade, júri popular de Ricardo Seidi e Terezinha de Jesus ocorrerá em Maringá; crime aconteceu em 2019

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Acusados da morte de Eduarda Shigematsu enfrentam júri popular em junho de 2026
Autor A menina foi morta em 24 de abril de 2019 - Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Paraná definiu uma nova data para o julgamento de Ricardo Seidi e Terezinha de Jesus, acusados pela morte da menina Eduarda Shigematsu. O júri popular foi agendado para o dia 23 de junho de 2026, na comarca de Maringá.

LEIA MAIS: Mulher se esconde para sobreviver após ex invadir casa com machado e arma no PR

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O caso enfrenta uma longa série de adiamentos — esta é a sétima data estipulada. O julgamento estava previsto para outubro passado, mas foi suspenso após a defesa apontar supostas falhas no sorteio dos jurados. Além disso, o processo passou por duas transferências de local (desaforamento), saindo de Rolândia para Londrina e, finalmente, para Maringá. A defesa alegou que a comoção social em Rolândia impediria um julgamento imparcial.

O crime Eduarda Shigematsu, de 11 anos, foi encontrada morta no dia 24 de abril de 2019, enterrada no quintal de uma casa de propriedade do pai, em Rolândia.

Ricardo Seidi, pai da menina, está preso desde 30 de abril de 2019. Ele responde por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. Em depoimento, ele confessou ter ocultado o corpo, mas nega o assassinato, sustentando a versão de que a filha teria cometido suicídio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A avó paterna, Terezinha de Jesus, responde em liberdade pela acusação de ocultação de cadáver. O Ministério Público aponta que ela teria auxiliado o filho. A defesa dela nega qualquer participação no crime.


Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline