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INSALUBRE

Açougue clandestino que "reciclava" carne podre é descoberto no PR

Fiscalização encontrou produtos em decomposição e moscas em imóvel irregular; responsável admitiu que produzia espetinhos e carne moída para revenda

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Açougue clandestino que
Autor A vigilância sanitária fez o recolhimento de todas as carnes - Foto: Divulgação

Um açougue clandestino que operava em condições insalubres foi descoberto na última quarta-feira (15) em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. O local, situado em uma área de ocupação irregular no bairro Jardim Boa Esperança (região do Gralha Azul), armazenava carnes em avançado estado de decomposição para processamento e venda.

A irregularidade foi identificada durante uma fiscalização de rotina da Secretaria Municipal de Habitação. Ao passarem pelo local, os servidores notaram um forte mau cheiro vindo de uma residência e acionaram a Vigilância Sanitária e a Guarda Municipal (GM).

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Cenário de insalubridade

No interior do imóvel, as equipes encontraram um cenário crítico de risco à saúde pública. Havia freezers desligados contendo grandes quantidades de carne estragada, além de caixas com produtos espalhados pelo chão. O ambiente apresentava intensa presença de moscas e odor fétido.

Apesar da falta de higiene, o local contava com estrutura para manipulação de alimentos, incluindo balanças e moedores de carne industriais.

Esquema de "reaproveitamento"

Segundo informações da Guarda Municipal, o morador confessou o esquema ilegal. Ele relatou que recolhia carnes descartadas por um açougue regular e realizava uma "triagem": separava as partes consideradas impróprias e utilizava o restante para produzir carne moída e espetinhos.

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O objetivo era revender os produtos na vizinhança com preços abaixo dos praticados pelo mercado.

Desfecho

Como não houve flagrante de comercialização no momento da vistoria, o responsável não foi conduzido à delegacia. Ele foi notificado, autuado e responderá a um processo administrativo.

Todo o material encontrado foi apreendido pela Vigilância Sanitária e encaminhado para o descarte adequado, seguindo os protocolos de segurança.

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