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Ato contra a morte de Marielle em SP também critica intervenção militar

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PHILLIPPE WATANABE

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ritmado por tambores, o protesto contra a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes que saiu do vão livre do Masp, na avenida Paulista, às 15h30, começa a descer a rua Augusta.

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Os manifestantes, que ocupam aproximadamente a extensão de um quarteirão, intercalam a batida feita pela associação Ilú Obá de Min -a mesma responsável pelo bloco de Carnaval de mesmo nome- com gritos de "Marielle Franco, presente" e "Anderson Gomes, presente".

O protesto foi puxado por uma linha de frente de mulheres negras de mãos dadas. Várias delas com flores também carregam flores.

Outro foco de crítica da manifestação foram a intervenção militar no Rio de Janeiro e a Polícia Militar, com cantos de "não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da polícia militar".

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Policiais presentes afirmaram que havia cerca de 40 oficiais acompanhando o protesto. 

Gritos de "Fora Temer" também foram ouvidos.

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