Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

'Estão tentando matar Marielle de novo', diz Freixo sobre fake news

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

NICOLA PAMPLONA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) classificou como "perversidade" a divulgação de notícias falsas sobre a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada na quarta (14), e disse esperar punição à desembargadora Marília de Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por publicações em redes sociais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Isso é um duplo homicídio. Estão matando a Marielle pela segunda vez" disse Freixo neste domingo (18), antes de ato em homenagem à vereadora e ao motorista, Anderson Gomes, também assassinado, no complexo de favelas da Maré, na zona norte do Rio.

O PSOL fez uma representação ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra a desembargadora, que afirmou em rede social que Marielle havia sido eleita pela facção criminosa Comando Vermelho e teria sido morta por suas relações com o crime.

O carro de Marielle foi atingido por nove tiros na noite de quarta, em ação que a polícia acredita ter sido premeditada. Ela levou quatro tiros e Anderson, três. Uma assessora que estava no veículo não foi atingida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem citar o nome da desembargadora, Freixo chamou de despreparados juízes que fazem pré-julgamentos antes da conclusão das investigações.

"Esses imbecis, togados ou não, estão tentando matar a Marielle de novo, mas não vão conseguir", afirmou.

ENTENDA O CASO

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A vereadora Marielle Franco (PSOL), 38, foi morta na noite de quarta (14) na zona norte do Rio. Ela e o motorista do carro em que estavam foram baleados e ambos morreram. Uma assessora que a acompanhava sobreviveu. 

Ela voltava do evento "Jovens Negras Movendo as Estruturas", uma roda de conversa na Lapa (centro), quando foi interceptada pelos criminosos.

A vereadora era aliada do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que ficou em segundo lugar na eleição para prefeito do Rio. Segundo ele, nem o partido nem a família de Marielle sabiam de ameaças contra ela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Cabe à polícia investigar. Há caminhos para se investigar esse crime", afirmou. Para ele, a morte de Marielle "é um crime contra a democracia, um crime contra todos nós". Chorando, disse que a conheceu jovem, há dez anos, quando ela começou a trabalhar com o deputado. "Era uma pessoa muito importante na luta contra o racismo no Rio", disse ele.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline