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Semana começa com protestos contra a morte de Marielle no Brasil e na Europa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Diferentes manifestações contra a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada na quarta-feira (14) com nove tiros, estão marcadas em várias partes do Brasil e do mundo para esta semana.

Neste domingo (18), 4,3 mil pessoas confirmaram presença em evento em rede social para o ato "Domingo vai ser maior! São Paulo contra o genocídio negro!", às 14h, no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na capital paulista. 

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No Rio, o dia também será em lembrança da vereadora na marcha "Marielle Presente! Hoje e Sempre", às 13h, com início na entrada do Pinheiro, na linha amarela. Ainda estão marcadas para o domingo manifestações menores em Americana (SP), às 15h, Salto (SP), às 18h,  São Gonçalo (RJ), às 18h, e em Livramento (RS), às 18h.

Os cariocas organizam ainda, na terça (20), um dos maiores protestos contra a morte de Marielle, chamado "Marielle Vive", com a confirmação de quase 8 mil pessoas em evento em rede social. A concentração começa às 17h, na Igreja Nossa Senhora da Candelária, no centro do Rio.

Em lembrança ao sétimo dia da morte da vereadora, está marcada uma manifestação na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), às 17h, na quarta (21).

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INTERNACIONAIS

Atos em repúdio à morte de Marielle também se espalham pela Europa no início desta semana. O maior deles, a "Vigília pela Feminista Marielle Franco", está marcado para segunda (19), em Lisboa, capital portuguesa, com 1.700 confirmados em evento em rede social.

Outros menores serão realizados no domingo em Londres (Inglaterra), Berlim e Munique (Alemanha), Estocolmo (Suécia) e Paris (França). Durante a semana, haverá ainda manifestações em Braga (Portugal), na segunda, e Madri (Espanha), na terça.

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ENTENDA O CASO

A vereadora Marielle Franco (PSOL), 38, foi morta na noite de quarta (14) na zona norte do Rio. Ela e o motorista do carro em que estavam foram baleados e ambos morreram. Uma assessora que a acompanhava sobreviveu. 

Ela voltava do evento "Jovens Negras Movendo as Estruturas", uma roda de conversa na Lapa (centro), quando foi interceptada pelos criminosos.

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A vereadora era aliada do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que ficou em segundo lugar na eleição para prefeito do Rio. Segundo ele, nem o partido nem a família de Marielle sabiam de ameaças contra ela.

"Cabe à polícia investigar. Há caminhos para se investigar esse crime", afirmou. Para ele, a morte de Marielle "é um crime contra a democracia, um crime contra todos nós". Chorando, disse que a conheceu jovem, há dez anos, quando ela começou a trabalhar com o deputado. "Era uma pessoa muito importante na luta contra o racismo no Rio", disse ele.  

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