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Caetano homenageia Marielle em show com Marisa Monte e Gadu

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MARCO AURÉLIO CANÔNICO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - "Marielle, presente. Anderson, presente." As frases de Caetano Veloso, na noite desta quinta (15), ecoaram nas vozes das 400 pessoas que assistiram a um show improvisado e emocionado, cuja função original -protestar contra a censura à exposição "Queermuseu" - foi alterada para homenagear a vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, assassinados na noite de quarta (14).

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A apresentação aconteceu no Parque Lage, espaço estadual no Jardim Botânico, zona sul do Rio. "Tínhamos combinado de vir aqui para celebrar a inauguração, no Rio de Janeiro, da exposição 'Queermuseu' como um gesto de resistência à obscuridade que nos ameaça, e fomos surpreendidos por um gesto brutal dessas forças obscuras e o tom da nossa celebração de resistência mudou", disse Caetano. 

O cantor abriu sua apresentação com "Milagres do Povo", sua homenagem a Jorge Amado e aos negros. "Quis abrir com essa canção porque ela vai diretamente no centro do problema da sociedade brasileira, que é a não capacidade de superação da escravidão."

O repertório destacou canções de temática mais crítica e política, como "A Luz de Tieta", "Odeio Você" e "Podres Poderes", além de incluir músicas de Vinicius de Moraes ("Maria Moita"), Noel Rosa ("Silêncio de Um Minuto") e Dona Ivone Lar ("Alguém me Avisou").

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Caetano ainda convidaria as cantoras Maria Gadu e Marisa Monte para participações especiais -- a primeira gritou os nome de Marielle e Anderson, clamando pela resposta da plateia; Marisa não discursou.

A plateia, que pagou ingressos de R$ 500 para ajudar a bancar a montagem da exposição, gritou palavras de ordem como "não acabou / tem que acabar / eu quero o fim da Polícia Militar".

Antes da entrada do baiano, o diretor do Parque Lage, Fabio Szwarcwald, abriu o evento pedindo um minuto de silêncio em homenagem aos dois mortos.

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"É com profundo pesar e indignação que abrimos esta noite. O assassinato de Marielle Franco e seu motorista é motivo de indignação para todos nós."

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