Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Casa Branca aplica mais sanções à Rússia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

ESTELITA HASS CARAZZAI

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - No mesmo dia em que o presidente americano, Donald Trump, elevou o tom contra a Rússia com um novo pacote de sanções, o país voltou ao colo do mandatário na investigação que apura a interferência do país nas eleições presidenciais de 2016.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O procurador Robert Mueller, que conduz o inquérito, intimou as Organizações Trump a entregarem uma série de documentos, incluindo papéis ligados à Rússia. É a primeira vez que Mueller intima oficialmente uma empresa do grupo empresarial de Trump, o que aproxima o inquérito do presidente.

O pedido foi revelado nesta quinta (15) pelo jornal The New York Times, mas feito há algumas semanas e exige que sejam entregues os documentos ligados à Rússia e a outros assuntos da investigação.

Poucas horas antes, o governo Trump havia anunciado sanções econômicas contra 24 indivíduos e organizações russas por intromissão nas eleições presidenciais de 2016 ""parte deles, inclusive, já indiciados por Mueller.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A administração responsabiliza agentes ligados ao Kremlin não só por interferirem nas eleições, mas por ciberataques a órgãos de Estado do país e a computadores em todo o mundo, agindo "em nome do governo russo".

O grupo também teria promovido ataques à infraestrutura, monitorando e colhendo informações de usinas nucleares, indústrias de aviação e de abastecimento ""o que motivou um alerta do FBI e do Departamento de Segurança Doméstica.

Para a Casa Branca, a Rússia precisa decidir se quer ser amiga ou inimiga dos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Nós continuaremos sendo duros com a Rússia até que eles decidam mudar seu comportamento", afirmou a porta-voz da Presidência, Sarah Huckabee Sanders.

Apesar das suspeitas de ligação entre a campanha de Donald Trump e os russos, o governo americano tem feito constantes críticas a violações de direitos humanos por parte do Kremlin e às tentativas do país de desestabilizar a Ucrânia e de interferir em eleições estrangeiras.

O governo já sancionou cerca de cem indivíduos e empresas russas desde 2017, e diz que continuará a pressionar Putin para que ele adote posições mais responsáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Essas sanções são parte de um esforço maior para combater os nefastos ataques que emanam da Rússia", afirmou o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin.

"Pretendemos impor sanções adicionais para responsabilizar autoridades e oligarcas russos por suas atividades, restringindo seu acesso ao sistema financeiro dos EUA."

As sanções bloqueiam bens e ativos nos EUA pertencentes aos alvos, que também não poderão fazer transações financeiras com cidadãos ou entidades americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

INTIMAÇÃO

A Casa Branca reforçou que, apesar de manter diálogo com Putin, Trump tem sido "duro" com os russos desde que assumiu o governo.

Questionado sobre a intimação às empresas do presidente, o governo informou que continuará a cooperar com a investigação e voltou a afirmar que não houve conluio com os russos. De acordo com o New York Times, Mueller quer descobrir se a campanha do republicano recebeu dinheiro do exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O advogado Alan Futerfas, que representa as Organizações Trump, disse que a história da intimação é "notícia velha" e que a empresa tem cooperado integralmente com as investigações desde o ano passado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline