Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Reforma detém déficit milionário, diz gestão Doria

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os principais pontos da reforma da previdência apresentada pela gestão João Doria (PSDB) são o aumento da contribuição para os servidores e a criação de um sistema complementar.

As mudanças, diz a prefeitura, são para cobrir um déficit que, em 2017, foi calculado em R$ 4,7 bilhões e que pode atingir R$ 20,8 bilhões em 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Doria propõe reajustar de 11% para 14% a alíquota de contribuição previdenciária dos servidores. Ele também quer aumentar a contribuição do município de 22% para 28%.

Sindicatos afirmam que os servidores, na prática, sofrerão um corte nos salários.

Além da maior contribuição, Doria quer criar uma previdência complementar, cuja a adesão seja automática para os servidores admitidos após a aprovação do projeto e que ganhem acima do teto do INSS -hoje em R$ 5.645,80. Para os demais servidores, seria opcional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A prefeitura tem 122 mil funcionários ativos e 97 mil inativos e pensionistas. Hoje, 70 mil ganham acima do teto.

A administração oferece ainda duas soluções complementares ao aumento de alíquota: vender imóveis subutilizados e colocar os recursos no fundo previdenciário e usar 50% dos valores que entram na dívida ativa por ano (receita entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões) no fundo.

Pela previsão da gestão, esse déficit seria equacionado em até 29 anos após a implantação do sistema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A administração Doria afirma que, em oito anos, teria R$ 21 bilhões a mais para investimento. Em 2017, o investimento total foi de R$ 1,9 bilhão, em valores empenhados.

Em 2016, quando Fernando Haddad (PT) tentava se reeleger, sua gestão retirou projeto de previdência privada após pressão de servidores. Depois, o projeto foi reapresentado no final de 2016 e, no ano seguinte, reformulado por Doria.

Quando apresentou a ideia, a avaliação interna da equipe do tucano era de que a medida seria vista como um ponto positivo pelo eleitorado dele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta de aumento da contribuição é o ponto mais criticado pelos sindicatos. O Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo) apelidou o projeto como "PL do extermínio".

Já o presidente do Sinpeem (um dos sindicatos de professores municipais), o vereador Claudio Fonseca (PPS), afirmou que o projeto de lei tem "conteúdo confiscatório" e contesta os cálculos.

"Não há déficit financeiro. A prefeitura gasta 38,5% de sua receita corrente líquida com pagamento de ativos, aposentados e pensionistas", disse. "Não há, nos últimos anos, acréscimos significativo com despesas de pessoal."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline