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Universidade digitaliza documentos da migração libanesa

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DIOGO BERCITO

MADRI, ESPANHA (FOLHAPRESS) - Ao contrário da migração italiana, a diáspora libanesa ao Brasil não está extensivamente documentada. Diante do risco de que essa memória se perca, a Universidade Espírito Santo de Kaslik, no Líbano, promove um projeto de digitalização em parceria com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. O convênio foi noticiado pela agência de notícias Anba.

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O projeto, chefiado pelo brasileiro Robert Khatlab, irá arquivar fotografias, cartas, certidões, jornais e revistas, entre outros registros. ?Esses documentos podem estar se perdendo, então vamos emprestá-los da comunidade, digitalizá-los e depois devolver para seus donos?, disse à Anba Riad Younes, vice-presidente de marketing da Câmara Árabe, após visita à universidade.

Com o acordo, a câmara vai receber o equipamento necessário à digitalização. Um funcionário será contratado para o levantamento da documentação, que será armazenada no Líbano e estará aberta a pesquisadores brasileiros.

A migração libanesa ao Brasil remonta ao fim do século 19, após uma icônica visita do imperador Dom Pedro 2°. Há disputa sobre o número de descendentes hoje no país, mas as estimativas chegam a 7 milhões de pessoas ? a população do Líbano é de 6 milhões. Esse processo é descrito no livro ?Os Libaneses?, de Murilo Meihy (ed. Contexto).

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Em paralelo, há projetos semelhantes para documentar a migração de judeus ao Brasil. Escrevi há algum tempo ao jornal israelense Haaretz sobre a iniciativa de Ruth Tarasantchi de reunir objetos cotidianos de migrantes. Já o Arquivo Virtual Arqshoah, da historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, reúne depoimentos de sobreviventes do Holocausto.

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