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Erika Januza diz que aprendeu a aceitar seu corpo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No ar em "O Outro Lado do Paraíso" como a juíza Raquel, Erika Januza tem inspirado mulheres com seu papel empoderado. Ela conta, no entanto, que nem sempre teve boas relações com o corpo e começou a frequentar a academia na intenção de ganhar massa. 

Aos 17 anos, a atriz e modelo entrou para a musculação por conta de suas pernas magras. Hoje, aos 32, diz que aprendeu a aceitar seu cabelo e seu corpo como são. "Estou fazendo o que posso sem sofrer. E estou caminhando bem assim", disse em entrevista à revista Boa Forma. 

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Capa da edição de março, a atriz afirma ter encontrado na corrida uma boa opção para ganhar resistência. Demanda que surgiu com o Carnaval de 2018, quando decidiu desfilar na Sapucaí no Rio de Janeiro. "No começo, você logo está exausta. Dia após dia, vai evoluindo. Quando vê, já cumpriu o tempo previsto e ainda sobre pique para mais."

Assim como sua personagem na trama de Walcyr Carrasco, Erika já passou por situações de racismo. Ela enxerga em Raquel a possibilidade de levantar debates importantes sobre representatividade negra e feminismo.

"A Raquel quebra estereótipos. Quando ela se tornou juíza, usava os fios presos. Teve uma cobrança do público nas redes sociais. Diziam 'Solta o cabelo dela!' E soltamos. Isso é um empoderamento."

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