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Crivella volta atrás e diz que não vai a desfile na Sapucaí

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), voltou atrás e disse, no fim de tarde desta sexta-feira (9), que não vai à Marquês de Sapucaí nas noites de desfile de escola de samba.

Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Crivella rompeu com a tradição de prefeitos da cidade de comparecer ao Sambódromo. Em 2017, seu primeiro Carnaval à frente da gestão municipal, ele também se recusou a participar da festa.

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Neste ano, ensaiando uma aproximação da comunidade do samba, chegou a dizer que iria, "mas não para sambar".

Acabou indo à avenida, duas vezes, nesta sexta-feira, antes do início dos desfiles da série A, dizendo que pretendia verificar o trabalho de equipes da prefeitura. Aproveitou para anunciar que não voltaria. "Já fiz minha parte", disse ele ao jornal "O Globo".

Também houve confusão e recuos na forma como o prefeito lidou com outra tradição, a entrega das chaves da cidade ao Rei Momo. Em 2017, ele deixou a tarefa a cargo da secretária de Cultura, Nilcemar Nogueira.

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Neste ano, a assessoria do prefeito havia divulgado que ele faria a entrega das chaves em uma cerimônia reservada, mas voltou atrás diante de repercussão negativa, já que o evento costuma ser aberto à imprensa. Mesmo assim, Crivella, que posou para fotos ao lado do Rei Momo nesta sexta-feira, não passou a chave ao folião. Quem fez isso foi um funcionário da RioTur, a agência de turismo da prefeitura responsável pela organização do Carnaval.

O prefeito é acusado pela comunidade carnavalesca de perseguir a festa num aceno ao seu eleitorado. Maior evento popular do país viu minguar os subsídios dados pela prefeitura nesta edição ?cada escola do grupo especial recebia R$ 2 milhões do município. Crivella reduziu os repasses pela metade.

A prefeitura nega a perseguição e diz que os recursos estão sendo aplicados na educação. 

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