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Após queda de viaduto, governo do DF exonera diretor e promete recursos

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NATÁLIA CANCIAN

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Um dia após o desabamento de parte de um viaduto em uma das principais vias expressas de Brasília, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, exonerou nesta quarta-feira (7) o diretor-geral do DER (Departamento de Estradas de Rodagem) do DF, Henrique Luduvice.

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A saída ocorre após declarações em que o diretor aponta falta de recursos para manutenção de pontes e viadutos no DF. "Esses recursos [de manutenção] estão aquém do que se precisa", afirmou.

Luduvice será substituído pelo engenheiro Márcio Buzar, atual diretor de Edificações da Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil).

Em nota, o governo afirma que a troca de comando ocorreu por "questões técnicas" diante da "situação emergencial".

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Em meio às críticas, o governador também anunciou a liberação de R$ 50 milhões para recuperação do viaduto do Eixão Sul, local onde ocorreu o desabamento, e de outras pontes e viadutos no DF.

A ideia é realizar até sexta-feira (9) uma vistoria em todas as estruturas citadas em relatório feito pelo Tribunal de Contas do DF entre 2011 e 2012.

Na época, o documento apontava a necessidade de manutenção e reparos em ao menos 13 pontes e viadutos --destas, sete tinham a situação classificada como urgente.

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Segundo o governo, quatro já passaram por obras de recuperação. Outras, como o viaduto que desabou nesta terça-feira (6), tinham projetos, mas não tiveram as obras iniciadas.

A falta de manutenção da estrutura --construída em 1960 e com registro de infiltrações nos últimos anos --tem sido apontada como um dos fatores para a queda.

DESABAMENTO

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Com o desabamento, quatro carros que estavam estacionados embaixo do viaduto foram soterrados. Um restaurante que fica em uma galeria ao lado também foi atingido, mas não houve vítimas.

O local, que chega a receber 300 pessoas, tinha 15 no momento do acidente. Mesas ficaram embaixo dos escombros.

Nesta quarta (7), equipes do DER e outros órgãos do governo continuaram os trabalhos de análise para início do escoramento da parte restante do viaduto do Eixão, medida necessária para evitar risco de novo desabamento e para avaliar possíveis medidas de recuperação da estrutura.

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"Ele [o escoramento] é fundamental em qualquer tomada de decisão, mas só pode ser feito com segurança", avaliou o novo diretor, Márcio Buzar, sobre as dificuldades em acessar o local.

Segundo o governo do DF, ainda não foi definido se a estrutura precisará ser totalmente demolida. A possibilidade foi sugerida na terça por representantes do Crea-DF (Conselho Regional de Engenharia do DF).

A previsão do governo é que a área continue interditada até o dia 19 de janeiro. O bloqueio na região e as chuvas gerou reflexos no trânsito nesta quarta, com vias paralelas sobrecarregadas.

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