Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Em palestra, Hillary pede que EUA retomem protagonismo global

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

ESTELITA HASS CARAZZAI

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - De volta a Washington mais de um ano depois das eleições, a democrata Hillary Clinton defendeu, nesta segunda (5), que os EUA retomem seu protagonismo em questões globais, voltou a criticar o sexismo e a misoginia como fatores que contribuíram para sua derrota e disse que continuará na linha de frente da democracia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Temos de restabelecer a voz da América na arena mundial", afirmou. "Se você começa a não ligar, a rejeitar o que vem ocorrendo no mundo, você começa a perder batalhas."

A ex-secretária de Estado discursou a uma plateia de estudantes na Universidade Georgetown, durante um evento de premiação de mulheres que lutam por direitos humanos, paz e justiça no mundo. A premiação leva o nome de Hillary Clinton e é concedida anualmente pelo Instituto Georgetown pelas Mulheres, Paz e Segurança.

Foram agraciadas neste ano a ex-refém do Estado Islâmico Nadia Murad, a ativista de Mianmar Wai Wai Nu e a canadense Lyce Doucet, correspondente internacional da BBC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Clinton foi apresentada como a primeira mulher a disputar uma eleição para a presidência dos EUA e que ganhou no voto popular.

"É bom vê-la aqui novamente, e tão bem", disse Doucet, uma das homenageadas, a Clinton. A democrata, que vem reduzindo as aparições públicas desde a derrota, sorriu amarelo.

Ela usou o palco majoritariamente para defender o protagonismo feminino, na política e na sociedade, mas também aproveitou para fazer críticas ao mandatário Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos apelos mais fortes foi pela retomada do Acordo de Paris sobre o clima, do qual o presidente se retirou no início do mandato. "Somos o único país a não estar ali. É absurdo", afirmou, defendendo que haja mobilização popular e estudantil pelo tema.

Clinton também criticou o partidarismo da política americana e disse que há causas que não dependem de partido, mas dizem respeito ao que somos como seres humanos.

Ela lamentou a perda de protagonismo dos EUA no cenário global, em especial na defesa dos direitos humanos. Por fim, ainda rebateu as críticas de Trump à imprensa e defendeu o trabalho de jornalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Eu ainda acredito na verdade, em provas, fatos. Não existe realidade alternativa", afirmou. "A verdade está sob cerco. O trabalho do jornalismo é particularmente crucial neste tempo."

Aos 70 anos de idade, ex-senadora, ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado, Clinton declarou ainda que há resistência a aceitar a liderança de mulheres em posições de poder e atribuiu parte desse sentimento à sua derrota, como já fizera em seu livro "O que aconteceu", lançado em setembro do ano passado.

No entanto, disse estar otimista, em especial com recentes movimentos como o #MeToo, em que mulheres americanas vieram a público para denunciar casos de assédio e violência sexual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV