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Guilherme Longo, acusado de matar o menino Joaquim, é extraditado

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O técnico de informática Guilherme Longo, acusado pelo assassinato do enteado de três anos, Joaquim Pontes Marques, em 2013, foi extraditado após ser preso na Espanha.

Longo chegou no aeroporto de Guarulhos na manhã deste sábado (20) e por volta das 8h30 foi levado para a Penitenciária Tremembé II.

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O menino desapareceu de casa, em Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) em 5 de novembro de 2013, e seu corpo foi encontrado cinco dias depois, no rio Pardo, em Barretos (a 423 km de São Paulo).

Em 2016, Longo deu uma entrevista à TV, e disse que "não raciocinou direito" e acabou "fazendo besteira". Segundo ele, o garoto foi morto por estrangulamento e, depois, teve o corpo jogado num córrego, que deságua no rio Pardo ?e que levou o corpo de Joaquim a mais de 100 quilômetros de Ribeirão.

Longo, na época, disse na entrevista que matou a criança de forma a "não machucar" Joaquim. "Eu estrangulei ele... sem... eu não apertei a traqueia dele né, para não machucar. Eu sabia que ia machucar. Simplesmente, é... comprimi a lateral do pescoço dele pra que ele desmaiasse sem dor. Foi rápido. Foi coisa de dois, três segundos [...] E aí ele desmaiou. Eu segurei ele por mais algum período de tempo até ele não esboçar mais reação", disse.

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O crime foi cometido, de acordo com ele, com o objetivo de que o relacionamento com a mãe de Joaquim melhorasse. Os dois chegaram a ficar presos. Natalia obteve liberdade dias depois, para aguardar o julgamento em liberdade, enquanto Longo deixou a prisão, após dois anos e três meses. Ele conseguiu habeas corpus sob a alegação de excesso de prazo de detenção sem julgamento.

Mas teria de estar em casa antes das 22h, o que não ocorreu.

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