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Musa do Tucuruvi vai desfilar com pintura corporal após perder fantasia em incêndio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após perder sua fantasia no incêndio que atingiu o ateliê da Acadêmicos do Tucuruvi, uma das musas da escola de samba, Jack Fernandez, decidiu desfilar nua. Estreante no Carnaval, Jack vai usar uma pintura no corpo para fazer as vezes de figurino.

"Vou para a avenida com o corpo pintado, livre, leve e solta. Por isso o corpo precisa estar impecável, né? A fantasia estava linda, era inspirada nas deusas da Grécia, mas infelizmente o fogo destruiu tudo. Não restou nada da minha fantasia", lamenta a musa.

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"Foi um momento muito triste, mas já superamos. A comunidade está recuperando tudo com ainda mais garra. E eu, claro, vou me dedicar duplamente para fazer bonito na avenida", se anima.

Para fazer bonito no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, Jack cuida da alimentação e das aulas de samba e musculação. "Não como nada de gordura e pouco carboidrato. Sou daquelas que confere o shape todos os dias de manhã, sou bem focada. Se o Carnaval fosse amanhã, eu não passaria vergonha", afirma.

Neste ano, a Acadêmicos do Tucuruvi levará para o sambódromo o enredo "Uma Noite no Museu", assinado pelo carnavalesco Flavio Campello. A escola será a terceira a desfilar na sexta-feira (9).

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INCÊNDIO

No dia 4 de janeiro, um incêndio destruiu o principal galpão onde são confeccionadas as fantasias da escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, na zona norte de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo se alastrou rapidamente pelo imóvel de dois andares, localizado na rua Bartolomeu de Torales, na Vila Mazzei. Não houve feridos.

Cerca de 90% das 2.000 fantasias e adereços que seriam usados no desfile de Carnaval foram destruídos, incluindo toda a ala das baianas. A direção da escola calcula prejuízos de aproximadamente R$ 1 milhão.

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Apesar do prejuízo, a escola vai desfilar normalmente neste ano, mas ficará isenta de julgamento, o que garante sua permanência do Grupo Especial do Carnaval paulista. Segundo a Liga das Escolas de Samba de São Paulo, a decisão foi tomada após reunião com os presidentes das 14 escolas do grupo de elite. As demais agremiações competirão normalmente.

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