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Sem acordo no Senado, Trump inicia paralisação de ações do governo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na data em que completa um ano na presidência dos Estados Unidos, Donald Trump sofreu uma derrota no Senado e será obrigado a congelar operações essenciais do governo.

Em tentativa frustrada de negociação, o presidente republicano não conseguiu apoio e os votos necessários para aprovar uma extensão provisória do orçamento. Os senadores tinham que votar a proposta até meia noite de sexta (3h de sábado no horário de Brasília).

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Eram necessários 60 votos para que a medida entrasse em vigor e evitasse a paralisação parcial da máquina pública. O placar, no entanto, terminou com 50 votos favoráveis e 49 contrários.

A rejeição da proposta levará ao fechamento de agências e de parques nacionais. Também devem ser paralisados serviços e pagamentos de servidores federais podem atrasar.

A medida não afeta, inicialmente, atividades consideradas como essenciais, que incluem os serviços militares, serviços de saúde e controle do tráfego aéreo.

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A discussão entre os senadores aconteceu um dia após a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovar a proposta para tentar impedir a paralisação do governo federal, conhecida pelo termo em inglês "shutdown". A ideia era garantir o funcionamento da máquina pública por mais um mês.

Nos últimos 20 anos ocorreram quatro paralisações como esta. O último episódio aconteceu em 2013 na gestão de Barack Obama.

'FOCO NA MISSÃO'

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O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, embarcou na sexta (19) à noite para sua quarta viagem a Israel, enquanto, em Washington, deputados tentavam evitar a paralisação do governo federal. Alyssa Farah, disse que a viagem era "essencial à segurança e aos objetivos diplomáticos americanos" e que seguiria como planejada.

Durante uma escala na Irlanda para abastecer o avião presidencial, Pence cumprimentou soldados americanos no aeroporto de Shannon horas depois da paralisação do governo. Ele disse às tropas: "Vamos resolver isso em Washington" e pediu que continuassem "focados em suas missões".

Pence afirmou a jornalistas que "soldados serão enviados ao Kuwait em uma missão crítica para servir ao país, e ainda por causa dos democratas no Senado, estão ansiosos sobro o salário".

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A paralisação afeta diversos setores do governo, levando ao fechamento de agências e de parques nacionais, à paralisação de serviços e ao adiamento do pagamento de diversos servidores federais.

No Twitter, Trump disse que uma paralisação seria "devastadora" para as forças armadas americanas. No entanto, as verbas para o Exército são consideradas essenciais ao país e, por isso, não sofrerão o impacto do congelamento de recursos.

"É decepcionante para cada americano que os democratas paralisem o governo num momento em que tropas estão se deslocando para uma situação perigosa", afirmou Pence.

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