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Twitter promete alertar usuário para propaganda russa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Twitter afirmou que está "trabalhando para identificar e informar individualmente" usuários que tenham sido expostos a conteúdos de propaganda russa durante a eleição americana de 2016.

O anúncio foi feito pelo diretor de políticas públicas da rede social, Carlos Monje, nesta quarta-feira (17), em audiência na Comissão de Comércio, Ciência e Transporte do Senado dos EUA.

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Representantes do Facebook e da Alphabet -empresa-mãe do Google e do YouTube- também participaram da reunião, na qual responderam a questionamentos dos parlamentares sobre medidas para combater a propagação de conteúdo publicado por extremistas, como a facção terrorista Estado Islâmico.

O YouTube é uma das principais ferramentas de recrutamento da milícia.

A diretora de políticas globais do Facebook, Monika Bickert, afirmou que a rede social está empregando uma mistura de tecnologia e revisão por seres humanos para "combater notícias falsas e ajudar usuários a se conectarem com notícias reais".

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Na semana passada, porém, o Facebook anunciou alterações no feed -a página inicial dos usuários- que acabam por reduzir o espaço para publicações de empresas jornalísticas, priorizando conteúdo compartilhado por amigos e familiares.

Representante da principal plataforma de vídeos do planeta, o YouTube, Juniper Downs disse que algoritmos rapidamente flagraram e removeram 98% de vídeos com conteúdo extremista.

O anúncio do Twitter foi elogiado por Mark Warner, principal senador democrata na Comissão de Inteligência do Senado, que investiga a suposta interferência russa na eleição dos EUA.

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"Após meses pressionando o Twitter para fazer a coisa certa, estou encorajado pelo fato de a empresa notificar usuários que tenham visto conteúdo de 'trolls' apoiados pelo Kremlin", disse Warner. É a terceira vez em menos de dois meses que o Congresso americano convoca representantes das gigantes de tecnologia para uma audiência, no que constitui um cerco ao outrora celebrado Vale do Silício. Em novembro, elas já haviam sido questionadas sobre a propagação de notícias falsas na eleição americana.

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