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Quero que acreditem em mim, diz filha adotiva de Woody Allen sobre abuso

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SILAS MARTÍ

NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - "Espero que alguém acredite em mim em vez de só ouvir. Por que não deveria me sentir ultrajada depois de tantos anos sendo ignorada? Tudo que posso fazer é dizer a verdade. Por que eu não deveria querer acabar com ele?"

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Numa das denúncias mais explícitas contra Woody Allen, Dylan Farrow, a filha adotiva do cineasta, falou à rede CBS sobre como sofreu abuso sexual nas mãos do pai quando ela tinha sete anos.

"Por que eu não deveria ter raiva? Por que não deveria estar machucada?", pergunta Farrow num trecho da entrevista ao noticiário "This Morning", que acaba de ir ao ar. A íntegra dessa conversa, no entanto, ainda será exibida pela rede de TV americana.

Noutro trecho, divulgado na página do telejornal na internet, Farrow diz que tem credibilidade. "Estou dizendo a verdade e acho que é importante que as pessoas percebam que uma vítima, um acusador importa e é suficiente para mudar as coisas."

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No rastro das campanhas #MeToo e Time's Up, contra assédio sexual em Hollywood, o ataque de Farrow engrossa uma série de acusações contra o diretor de "Manhattan".

Atores de seu filme mais recente, "A Rainy Day in New York", por exemplo, decidiram doar cachês às campanhas contra abuso. Rebecca Hall, uma atriz do filme que ainda não estreou, disse que lamenta ter trabalhado com Allen e pediu desculpas. Timothée Chalamet, também no longa, anunciou que doaria o dinheiro que recebeu.

Allen nega ter molestado Dylan Farrow, mas não se manifestou sobre suas acusações. Também não há até o momento nenhuma queixa formal contra o cineasta na Justiça dos Estados Unidos.

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Nas últimas semanas, o diretor disse à BBC, no entanto, que havia um clima de "caça às bruxas, em que todo rapaz num escritório que piscar para uma mulher vai ter de ligar para um advogado."

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