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Policial rebelde é morto em operação, afirma chavismo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Óscar Pérez, o policial que se rebelou contra o regime de Nicolás Maduro, foi morto em operação das forças de segurança da Venezuela na segunda-feira (15), anunciou o Ministério do Interior nesta terça-feira (16).

A operação teve por alvo membros de uma quadrilha que seria liderada por Pérez.

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O ministro do Interior, Néstor Reverol, incluiu Pérez, 36, na lista dos mortos, mostrando fotos dele na TV estatal.

Outros seis membros do grupo, quatro homens e duas mulheres, "estão detidos e respondendo a processos neste momento", acrescentou Reverol.

"Diante de uma agressão que colocou em risco a vida, o procedimento foi neutralizar o grupo agressor com o lamentável balanço de sete terroristas mortos", disse o ministro, ao justificar a resposta dos comandos especiais.

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"Apesar de todas as tentativas de alcançar uma solução pacífica e negociada, este grupo terrorista iniciou de maneira dissimulada um confronto que deixou dois mortos e oito oficiais feridos."

O ministro qualificou como terroristas os atos cometidos pelo grupo de que Pérez fazia parte -eles constituiriam "claros e flagrantes ataques contra a institucionalidade democrática".

Na manhã de segunda, Pérez publicara dez vídeos em uma rede social em que aparecia ensanguentado enquanto se ouviam tiros. Em uma das gravações, ele gritava que o grupo se renderia. O ex-policial afirmava que os agentes do governo queriam matá-lo. À noite, Maduro o acusou de preparar um carro-bomba para atacar a embaixada "de um país querido e prestigiado", sem dizer qual era nem comentar o paradeiro de Pérez. Também disse que a Colômbia teria oferecido proteção ao foragido.

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CRÍTICAS

O suspense sobre o destino de Pérez após a operação e o anúncio tardio de sua morte (apenas na manhã de terça) despertaram críticas. Políticos da oposição e grupos de direitos humanos pediram uma investigação transparente.

"Como é possível que, enquanto se rendiam, eles tenham sido cravejados de balas?", perguntou a deputada Delsa Solorzano. Ela pediu que os corpos fossem entregues às famílias em vez de cremados, para possibilitar a apuração.

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"Honra e glória a esses bravos cidadãos que deram suas vidas por seus ideais", tuitou o ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, que vive no exílio na Espanha após ter sido acusado de tentar um golpe contra Maduro.

Pérez ficou famoso em junho do ano passado, ao reivindicar ter roubado um helicóptero da polícia para sobrevoar Caracas, atirar granadas na sede do Tribunal Supremo de Justiça e disparar contra o prédio do Ministério do Interior.

O piloto fugiu antes de ser interceptado. Ele reapareceu semanas depois em um protesto da oposição e em vídeos defendendo ataques armados contra o regime.

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A demora na prisão dele levantou suspeitas de que se tratasse de um personagem criado pelo chavismo para justificar a repressão a seus adversários.

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