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Drummond e Jorge Amado chegaram perto do Nobel, mostram documentos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Carlos Drummond de Andrade e Jorge Amado chegaram perto de vencer o Nobel de Literatura em 1967. É o que revelam documentos liberados pela Academia Sueca, que concede o prêmio todo ano, recém-divulgados.

Naquele ano, o vencedor foi o guatemalteco Miguel Ángel Asturias (1899-1974).

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As informações vieram a público porque, passados 50 anos de cada edição do prêmio, a Academia revela quem eram os nomes no páreo. Drummond havia sido indicado pelo poeta sueco Gunnar Ekelöf, enquanto Amado o fora por uma associação de escritores brasileiros e três professores de universidades americanas.

Ainda de acordo com a Academia, a dupla de brasileiros fazia parte de um grupo de 17 autores indicados pela primeira vez. Na mesma turma, estavam Saul Bellow e Claude Simon, que depois ganhariam o troféu, em 1976 e 1975 respectivamente.

Na ocasião, o presidente do júri defendeu a vitória de Graham Greene, enquanto outros membros defendiam que o troféu fosse dividido entre Astúrias e o argentino Jorge Luis Borges.

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Os documentos revelam também que o argentino não foi premiado por conta de suas posições políticas conservadoras, além de suas desavenças com um membro da Academia.

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