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Megaoperação no PR, MT e MG resulta na prisão de 10 delegados e 47 policiais civis

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Megaoperação no PR, MT e MG resulta na prisão de 10 delegados e 47 policiais civis
Autor A Polícia Civil de Minas Gerais informou que apoia as investigações, lamenta o ocorrido e ‘não compactua com desvios de conduta funcional’ – Foto: Veronica Manevy/Imprensa MG - Foto: Reprodução

Cerca de 500 policiais militares e 150 policiais rodoviários participaram na terça-feira (19) de uma megaoperação organizada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual. O objetivo foi cumprir mandados contra 136 pessoas, incluindo dez delegados, 47 policiais civis e sete advogados.

A ação se concentrou em dez cidades de Minas, além de Cuiabá e Cascavel, no Paraná. Segundo o Gaeco, também foram cumpridos 121 mandados de busca e apreensão e quatro de condução coercitiva, sendo usadas no trabalho duas aeronaves e 150 viaturas.

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Entre os delegados presos constam três chefes de departamentos e uma delegada regional. Algumas delegacias de polícia, como as regionais de Uberlândia e Araguari, em Minas, foram alvo de buscas.

Em nota, os promotores do Gaeco informaram que a Operação Fênix, como foi denominada, surgiu a partir de outras três ações anteriores e que são apurados crimes como tráfico de drogas, associação criminosa, obstrução de Justiça, receptação, corrupção passiva, estelionato, prevaricação e falsidade ideológica.\

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que apoia as investigações, lamenta o ocorrido e “não compactua com desvios de conduta funcional”. Diz ainda ter determinado à Corregedoria que instaure processos administrativos sobre o caso.

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Advogados ainda vão tiveram acesso ao processo
Os envolvidos foram levados para o 17º Batalhão da Polícia Militar, em Uberlândia. Os advogados não quiseram comentar a situação de seus clientes sob o argumento de que ainda não tiveram acesso ao processo.

Sindicato divulga nota de repúdio
Já o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Minas Gerais divulgou nota de repúdio às prisões, alegando, entre outras coisas, que elas foram feitas “na véspera do recesso forense com o claro objetivo de frustrar a vista dos autos”.

O sindicato argumenta ainda que isso vai contra “convenções internacionais sobre direitos e garantias individuais a que o Brasil se obrigou, por tratado, a observar e fazer cumprir”.

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Polícia Civil apoia
Já a Polícia Civil de Minas Gerais informou que apoia as investigações, lamenta o ocorrido e ‘não compactua com desvios de conduta funcional’ 


As informações são do Estadão Conteúdo

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