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Sindicatos se mobilizam para garantir os 230 mil empregos da JBS

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Sindicatos se mobilizam para garantir os 230 mil empregos da JBS
Autor ​Sindicatos se mobilizam para garantir os 230 mil empregos da JBS - Foto: Reprodução

 Os sindicatos que representam os trabalhadores da JBS pretendem traçar uma estratégia para defender os empregos dos 230 mil trabalhadores da empresa em todo o país. Nesta terça, aconteceu uma reunião entre os sindicalistas e representantes da JBS para discutir a situação dos cerca de 13,9 mil trabalhadores do Mato Grosso do Sul após a empresa ter paralisado a produção em sete unidades daquele estado. Do total de empregados, 6 mil foram afetados pela decisão da JBS, mas continuarão recebendo seus salários, segundo informou a empresa em nota.

"Os sindicalistas que têm nas bases de seus sindicatos frigoríficos da JBS realizarão um encontro nacional com representantes de todas as centrais sindicais para traçar uma estratégia e defender os empregos dos cerca de 230 mil trabalhadores da empresa no Brasil”, declarou em nota, Antonio Vítor, presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo), filiada à Força Sindica.

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Ficou definido que serão realizadas audiências públicas nos municípios de Mato Grosso do Sul onde existam frigoríficos da JBS paralisados para chamar a atenção das autoridades e da sociedade. Além disso, os sindicalistas pretendem fazer reuniões com representantes da JBS de frigoríficos da empresa no Canadá, Austrália e Estados Unidos. Para Vítor, a única forma de proteger os empregos é manter o acordo de leniência firmado pela empresa com o Ministério Público Federal.

A JBS paralisou o abate e a compra de carne bovina em suas sete unidades do Mato Grosso do Sul depois que a Justiça mandou bloquear R$ 730 milhões da empresa para ressarcir os cofres públicos por supostos prejuízos fiscais ao estado. De acordo com nota divulgada pela empresa, a decisão de paralisar a produção foi tomada por "insegurança jurídica instalada em Mato Grosso do Sul".

“A JBS informa que, em função da insegurança jurídica instalada em Mato Grosso do Sul, suas sete unidades de carne bovina no Estado estão com as atividades de compra e abate paralisadas por tempo indeterminado", diz a nota.

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A empresa informa ainda que os funcionários e colaboradores continuarão recebendo seus salários normalmente até que a empresa tenha uma definição sobre o assunto. A JBS tem cerca de 15 mil colaboradores diretos e 60 mil indiretos naquele sstado, que é um dos maiores produtores de carne bovina no país.

"A JBS esclarece que está empenhando seus melhores esforços para a manutenção da normalidade das suas operações", conclui a nota da empresa.

O pedido de bloqueio dos recursos foi feito pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul que apura irregularidades fiscais e tributárias cometidas pela empresa. Segundo a CPI, a JBS recebeu incentivos fiscais para retirada de bois vivos (o chamado boi em pé) do estado, mas teria utilizado notas fiscais repetidas para ampliar a base de cálculo desse benefício. Conforme delação dos irmãos Batista, os benefícios fiscais foram trocados por pagamento de propina a políticos do estado.

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