Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

ATUALIZADA - Para Putin, é incerto êxito de ataque a Pyongyang

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Opositor declarado de uma intervenção estrangeira na Coreia do Norte, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta quarta-feira (4) que não há certeza de sucesso de um ataque armado porque o regime do ditador Kim Jong-un pode ter instalações militares escondidas.

"Será possível um ataque global contra a Coreia do Norte para desarmá-la? Sim. Atingirá seu objetivo? Não sabemos. Quem sabe o que eles têm lá e onde. Ninguém sabe com 100% de certeza, já que é um país fechado."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A abordagem cautelosa de Putin destoa do tom adotado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que tem repetidamente feito ameaças ao regime comunista e pedido a imposição de sanções econômicas cada vez mais duras.

Outro país que segue o mesmo princípio é a China, aliado de Pyongyang, embora tenha adotado nas últimas semanas punições no comércio exterior que reduzem drasticamente a disponibilidade financeira do regime.

Nesta quarta, Trump escreveu em uma rede social que disse ao secretário de Estado, Rex Tillerson, que este estava "perdendo tempo tentando negociar com o homem do foguete [Kim Jong-un]".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em seu primeiro discurso na Assembleia-Geral da ONU, o republicano disse que "se [os EUA] forem forçados a se defender ou a defender seus aliados, não teremos outra escolha que destruir totalmente a Coreia do Norte.

No início de agosto, o americano fez uma de suas mais contundentes ameaças ao país comunista ao declarar que "eles [o regime de Kim Jong-un] enfrentarão fogo e fúria como o mundo jamais viu".

Putin, por sua vez, tem advogado pela adoção de incentivos econômicos e por uma diplomacia atuante que permita negociações entre as potências e a ditadura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mais sanções são uma estrada a lugar nenhum", afirmou o presidente russo, frisando que cerca de 40 mil norte-coreanos trabalham na Rússia. Sabe-se que estes trabalhadores enviam parte de seus salários com frequência ao regime comunista.

O russo também disse que seu país tem mais razões que a maioria dos países para se preocupar com o programa de mísseis balísticos de Pyongyang, já que o local onde as forças de Pyongyang realizaram seus testes nucleares fica a menos de 200 km de distância da fronteira russa.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV