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ATUALIZADA - "Levar um tiro é um pesadelo", havia dito vítima

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O veterano das Forças Armadas americanas Christopher Roybal, 28, era descrito como jovial e divertido, apesar de ter vivido intensas experiências de combate em Kandahar, no Afeganistão.

Em um post no Facebook em julho passado, Roybal descreveu a experiência de levar um tiro quando serviu.

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"Como é levar um tiro? É um pesadelo que nenhuma quantidade de drogas, de terapia ou de conversas bêbadas com seus amigos veteranos vai lhe ajudar a escapar."

Roybal foi uma das 59 pessoas mortas no último domingo, quando um atirador abriu fogo contra uma multidão que assistia a um festival de música country em Las Vegas, nos EUA.

Jordan McIldoon, 23, de Maple Ridge, próximo a Vancouver, foi identificado pelo governo do Canadá como um de seus cidadãos mortos no massacre.

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O aprendiz de mecânica pesada morreu nos braços de uma estranha, a bartender Heather Gooze, que ficou ao seu lado durante horas depois de prometer por celular à mãe e à namorada que não o deixaria sozinho.

"Fiquei pensando, 'se fosse eu, alguém ficaria comigo? Teria certeza que estava bem? Ligaria para a minha família? Não podia ir embora'", disse à emissora ABC.

Denise Burditus, 50, de Martinsburg, na Virgínia Ocidental, foi ao festival com Tony, seu marido por 32 anos. Ela postou uma foto no Facebook minutos antes de o atirador começar a abrir fogo.

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"Denise morreu em meus braços. TE AMO, BEBÊ", escreveu Tony no Facebook.

A professora de jardim de infância Jenny Parks planejava uma festa para comemorar os 40 anos do marido, Bobby, na semana que vem, antes de ser morta no ataque do domingo. O casal havia se conhecido na escola secundária e tinha dois filhos.

Bobby foi atingido no braço e na mão e espera cirurgia. Uma amiga do casal está ajudando a arrecadar fundos para as despesas médicas.

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Jack Beaton, um californiano, morreu ao proteger sua mulher, Laurie. "Ele jogou Laurie no chão e a cobriu com seu corpo. Ele foi atingido não sei quantas vezes", testemunhou Jerry Cook, seu cunhado.

Dorene Anderson era de Anchorage, no Alasca. No Facebook, ela se descrevia como uma dona de casa e mãe cuja maior paixão eram os Alaska Aces, uma equipe menor de hóquei que recentemente foi vendida. A família pediu privacidade.

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