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Polícia investiga participação de engenheiro na escavação de túnel

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THIAGO AMÂNCIO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os assaltantes que planejavam roubar R$ 1 bilhão de uma base de distribuição do Banco do Brasil na zona sul de São Paulo foram presos na noite desta segunda (2) e investiram R$ 4 milhões no assalto. Eles usaram equipamento sofisticado e alto conhecimento técnico, segundo o delegado da Polícia Civil, Fábio Pinheiro Lopes.

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Na casa onde 16 pessoas foram presas, havia um serralheiro, máquina de solda e corte plasma (usada para cortar aço de navio, segundo o delegado) para construir ali mesmo a estrutura de escoamento do dinheiro -mil metros de trilho e dez carrinhos. A polícia suspeita da participação de um engenheiro ou mestre de obras no planejamento da escavação do túnel de 500 metros que liga a casa ao banco e acompanhava uma galeria subterrânea de água pluvial.

O delegado diz ver ligações do líder do grupo, Alceu Céu, com outros roubos do tipo, como o roubo a uma transportadora no Paraguai. Apesar de esta ação ser atribuída à facção PCC, o delegado disse não garantir envolvimento de Céu com o grupo.

A polícia suspeita que haja quatro foragidos, mas garante que os líderes foram pegos na ação. Eles devem responder por formação de quadrilha e tentativa de furto -um suspeito deve responder ainda por falsidade ideológica.

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Os suspeitos passaram a noite no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e foram levados ao fórum da Barra Funda, onde serão ouvidos em audiência de custódia.

Segundo Lopes, a Polícia Civil identificou um "burburinho" há três meses de que haveria uma "ação bilionária" na cidade.

A quadrilha foi identificada e o QG do grupo foi encontrado há um mês em um galpão na avenida Masao Watanabe, extremo norte de SP. As investigações descobriram que eles planejavam roubar a base de distribuição do Banco do Brasil na Chácara Santo Antônio, em Santo Amaro (zona sul) -não houve denúncia nem interceptação de chamadas, segundo o delegado.

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Os bandidos alugaram uma casa a 650 metros da agência (500 metros em linha reta), por R$ 2 mil mensais, e passaram a escavar o túnel. Construíram um portão para evitar serem vistos pela rua. Segundo o delegado, o terreno na região é argiloso e a escavação fazia pouco barulho.

No começo, tiravam a terra do local. Depois, jogavam na galeria pluvial. Há reclamações de entupimento na região, diz a polícia. Já havia rachaduras no cofre do banco.

Eles planejavam o assalto em um fim de semana, provavelmente a partir da próxima sexta-feira, segundo as investigações. A polícia disse ter escolhido agir em um momento em que havia mais suspeitos no local, que, surpreendidos, não reagiram. Não foram encontradas armas na casa.

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