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EUA ordenarão que diplomatas cubanos deixem o país

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo Trump irá ordenar que cerca de dois terços do pessoal diplomático de Cuba deixe os Estados Unidos. A medida é vista como uma resposta aos misteriosos "ataques" sofridos por diplomatas americanos em Havana, com os quais Cuba nega qualquer envolvimento.

O anúncio da redução do corpo diplomático cubano deverá ser feito nesta terça-feira (3).

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Dois diplomatas cubanos já haviam sido expulsos pelo governo americano em maio deste ano, mas a informação só foi confirmada em agosto.

No último dia 29, os Estados Unidos retiraram a maior parte de seus funcionários de sua embaixada em Havana depois que possíveis ataques sônicos feriram 21 americanos associados com a representação diplomática.

Os funcionários atingidos apresentaram, nos últimos meses, sintomas como perda de audição permanente, lesão cerebral leve, perda de equilíbrio, fortes dores de cabeça e inchaço do cérebro, segundo a Associação Americana de Serviço no Exterior.

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Além da retirada de membros da equipe americana com funções "não essenciais" e suas famílias, Washington anunciou na última sexta (29) que a emissão de vistos para cidadãos cubanos seria suspensa. A representação americana passaria a emitir apenas vistos de emergência para americanos.

A embaixada dos Estados Unidos em Havana reabriu suas portas em 2015, sob a administração do presidente democrata Barack Obama, após meio século de ruptura nas relações diplomáticas. A aproximação entre os dois países foi alvo de críticas de Trump durante a campanha presidencial.

O Secretário de Estado, Rex Tillerson, afirmou no dia 17 de setembro os Estados Unidos estavam avaliando o possível fechamento da embaixada.

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Washington não têm certeza do real envolvimento nos ataques do governo cubano, que nega ter qualquer responsabilidade. Funcionários do governo americano consideram que um terceiro país, como a Rússia, poderia ser o responsável.

Vários parlamentares americanos de origem cubana, incluindo o senador Marco Rubio e a deputada Ileana Ros-Lehtinen, pediram uma expulsão dos diplomatas cubanos em retaliação por Havana ter falhado em investigar a origem dos ataques.

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