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Forças Armadas começam a deixar a Rocinha no Rio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As tropas das Forças Armadas começaram a deixar por volta das 3h30 desta sexta-feira (29) a favela da Rocinha, a maior do Brasil, na zona sul do Rio de Janeiro, segundo informações da TV Globo.

A decisão das Forças Armadas se retirarem da Rocinha tinha sido anunciada na quinta (28) pelo ministro da Defesa Raul Jungmann.

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O militares foram enviados ao local no último dia 22 para atuar por tempo indeterminado no patrulhamento dos acessos à comunidade -parte deles chegou a entrar em pontos da Rocinha considerados estratégicos. A favela enfrentava uma guerra entre facções pelo controle do tráfico de drogas desde o último dia 17.

Os tiroteios levaram a polícia a fechar, por quatro horas, a autoestrada Lagoa-Barra, principal via de ligação entre as zonas sul e oeste da cidade, onde estava sendo realizado o Rock in Rio, no último dia 23.

Houve trocas de tiros também em ao menos outras sete comunidades do Rio. A onda de violência gerou uma série de boatos e espalhou a sensação de insegurança pela população, com fechamento de escolas, postos de saúde e comércio.

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Após operação do Bope (Batalhão de Operações Especiais) na Rocinha, para buscar suspeitos de participar da guerra entre facções, houve confronto.

Um grupo ateou fogo em um ônibus na avenida Niemeyer, em São Conrado. Uma granada foi lançada em direção a um carro policial, mas o artefato não explodiu. Luciano Monteiro Marques, 41, morador da comunidade, foi baleado e hospitalizado.

Com o agravamento da situação, o governo do Rio decidiu pedir a ajuda para as Forças Armadas cercarem a Rocinha, liberando a polícia para atuar dentro da favela.

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Na ocasião, as forças de segurança subiram a favela com mais de 1.000 homens e tanques do Exército.

FACÇÕES

A guerra pelo controle da Rocinha envolve os traficantes Antônio Bonfim Lopes, o Nem, preso em 2010, e seu sucessor no comando, Rogério Avelino, o Rogério 157.

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Nem estaria insatisfeito com a atuação de Rogério, que passou a cobrar os moradores por serviços como água e mototáxi.

O traficante determinou a invasão de dentro de presídio federal em Rondônia, com apoio de criminosos da facção ADA (Amigo dos Amigos), que 157 devolvesse as bocas de fumo da favela. Rogério foi reforçado por bandidos do CV (Comando Vermelho).

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