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Após 1 semana, Forças Armadas irão desfazer cerco à Rocinha nesta sexta

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LUCAS VETORAZZO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, anunciou nesta quinta-feira (28) que as Forças Armadas vão começar a deixar a Rocinha a partir de sexta-feira (29).

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A informação, dada em entrevista ao "RJTV", da Globo, foi confirmada pelo ministro à reportagem.

O anúncio ocorre no mesmo dia em que um crime levou pânico a moradores da favela e que mostrou que a despeito da forte presença policial e de militares os traficantes continuam na favela. No meio da tarde, dois menores de idade foram sequestrados e torturados por traficantes na parta alta da favela.

Pelo relato de pessoas próximas às vítimas, que pediram anonimato, os traficantes pareciam ser do grupo de Antônio Bonfim Lopes, o Nem. Um dos meninos caminhava com um boné com a inscrição "Jesus é o dono do lugar". A inscrição, segundo polícias civis, é a mesma usada por Rogério Avelino, o Rogério 157, em medalha de um cordão.

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Os jovens teriam sido torturados por uma hora porque foram confundidos com homens do bando de 157. Eles estavam cobertos de gasolina e com fitas adesivas presas no rosto quando foram resgatados por fuzileiros navais, após moradores denunciarem o crime aos militares.

O conflito na Rocinha teve início no último dia 17, depois que traficantes a mando de Nem tentaram retomar o comando da favela das mãos de Rogério 157. Os dois faziam parte da facção ADA (Amigos dos Amigos). Cerca de mil militares foram enviado no último dia 22 à favela para fazer um cerco enquanto policiais tentavam capturar criminosos que entraram em guerra.

Durante a semana, as autoridades divulgaram a informação de que bandidos do bando de Nem teriam fugido enquanto o grupo de Rogério 157 estava refugiado na mata ou teriam buscado abrigo em favelas do rival Comando Vermelho. Moradores relataram a Folha, porém, que durante a noite, traficantes retomam seus pontos de drogas.

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A tortura mostra, portanto, que bandidos das duas facções ainda ocupam o morro a depeito da presença policial constante na favela. Apesar do crime, a rotina na favela começa a voltar ao normal.

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