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Com Tarsila do Amaral e Volpi, acervo Nemirovsky é tombado pelo Iphan

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ISABELLA MENON

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O acervo de obras de arte que pertenceu ao casal Nemirovski, com 211 peças, foi tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) nesta quarta-feira, 28.

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De 1920 até a década de 80, Paulina e José Nemirovsky adquiriram trabalhos dos nomes mais representativos da arte nacional a partir do modernismo. A coleção inclui obras de Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Volpi, Portinari, Tarsila do Amaral e Lygia Clark, entre outros.

Três pinturas de Tarsila do Amaral - "Carnaval em Madureira" (1924), "Distância" (1928) e a célebre "Antropofagia" (1929) ?compõem os principais destaques do acervo.

"As obras são fundamentais para a compreensão dos desdobramentos da arte brasileira no século 20", explica Jochen Volz, diretor geral da Pinacoteca. O museu expõe a coleção, graças a um acordo de comodato firmado com a Fundação Nemirovsky desde 2004, vigente até 2020.

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Tombado, o acervo passa a integrar o patrimônio nacional. Assim, o estado de conservação passa a ser fiscalizado anualmente pelo próprio Iphan.

Além disso, a fim de avaliar a conservação do acervo, o instituto passa a fazer um controle mais rígido sobre as obras que ele integra e que sejam enviadas para exposições temporárias no exterior.

ABAPORU

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Para evitar a desagregação do patrimônio cultural, o artigo 11 da Lei número 25, decretada em 1937, prevê que tudo aquilo que for tombado não pode sair do país, senão por curto prazo.

Andrey Schlee, diretor de patrimônio do Iphan, relembra um episódio traumático para a arte brasileira: a perda do quadro "Abaporu", que não estava protegido pelo instituto e foi comprado pelo presidente e fundador Malba de Buenos Aires, Eduardo Constantini.

"É uma pintura paradigmática para a compreensão do modernismo no Brasil. Infelizmente, não foi tombada a tempo e agora pertence a um museu argentino", lamenta Schlee.

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