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Sepultura desce a mão e faz público abrir as maiores rodas do Rock in Rio

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MARCO AURÉLIO CANÔNICO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Um tecladinho de igreja precedeu a entrada do Sepultura para o show que fechou o palco Sunset, na noite deste domingo (24), e logo levantou o temor de que a apresentação -que contaria com a participação orquestral da Família Lima- fosse ser um tanto heterodoxa para os padrões do metal.

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Mas o susto foi rápido: logo estouraram os primeiros acordes de "I Am the Enemy" -a bateria metralhada, a guitarra em velocidade supersônica- e uma roda gigantesca se abriu no meio do público, para não fechar mais até o fim do show.

"Que privilégio a gente estar fechando a noite aqui no Sunset", disse o guitarrista Andreas Kisser, antes de anunciar que o repertório privilegiaria o disco mais recente da banda, "Machine Messiah" (2017) -do qual entraram cinco canções, incluindo a de abertura-, mas também incluiria velhas preferidas dos fãs, como "Inner Self".

Algumas canções novas arrefeceram um tanto o ânimo dos headbangers. "Machine Messiah", por exemplo, desacelerou o show, e "Sworn Oath", com as cordas da Família Lima e de uma orquestra de Santo André (SP), mostrou que a onda do metal misturado com música clássica talvez tenha passado do ponto.

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A interessante instrumental "Iceberg Dances" também pareceu muito longa para um show de apenas uma hora.

Os dez minutos finais, no entanto, foram arrasadores, com uma sequência que teve "Arise", "Refuse/Resist", "Ratamahatta" e "Roots Bloody Roots". O nível de testosterona na plateia subiu a níveis inéditos na atual edição do Rock in Rio.

Veterano do festival -na edição de 2013, chegaram a fazer dois shows, um deles com Zé Ramalho-, o Sepultura mostrou que sua escalação é sempre um acerto.

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