Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Quabales e Margareth Menezes abrem Rock in Rio com percussão furiosa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

AMANDA NOGUEIRA, ENVIADA ESPECIAL

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Foi com uma ode à cultura musical da Bahia que o palco Sunset deu início à programação do Rock in Rio neste sábado (23).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O público, escasso sob forte sol, se multiplicaria conforme os "tambores" do grupo Quabales ressoavam pela Cidade do Rock. Eram, na realidade, galões de água, latas e latões de lixo fazendo a vez de instrumentos musicais.

O grupo -projeto social que abarca jovens do bairro Amaralina, em Salvador&- tinha tudo para se enveredar em um som semelhante ao de seus conterrâneos do Olodum, mas encontrou identidade própria mais próxima do hip-hop.

Além de tocar, os jovens dançaram e encenaram no palco em uma apresentação muito bem sincronizada. Além de descrever o cotidiano nas periferias de Salvador, as letras enalteciam o berço baiano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Convidada da apresentação, Margareth Menezes entrou no palco com vocais tão furiosos quanto a percussão dos garotos para cantar "Faraó Divindade do Egito".

O público, vestido com camisetas de bandas de rock no dia em que tocam Guns N' Roses e The Who, fez uma tentativa cômica de acompanhar com uma dança dura.

Depois de cantar "Côco com M", os artistas prestaram uma homenagem ao percussionista Naná Vasconcelos, morto em março, com fotografias no telão e um poema declamado pela talentosa cantora do grupo, Carol Caroline.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em diversos momentos do show, a jovem, acompanhada de seus colegas, alternou voz doce, à beira do reggae, a rap voraz.

Gilberto Gil e João Gilberto estiveram presentes com "Andar com Fé" e "Eu Vim da Bahia", ambas mescladas em versões do Quabales. A veterana convidada também resgatou a versão aportuguesada de Gil para "No Woman No Cry", de Bob Marley, além de "A Luz de Tieta", de Caetano.

A festa corria bem e naturalmente até que outro convidado subiu ao palco. A entrada de Di Ferrero desfez o enlace natural até então mostrado e formou um balaio dessincronizado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O músico cantou "Passe em Casa", dos Tribalistas, e "Coke Beat", tema para uma marca de roupas cuja propaganda o músico gravou com o grupo baiano e Sasha Meneghel -o vídeo da campanha passava no telão do palco.

Ferrero se comunicou melhor com o público nas canções de sua banda NX Zero, "Só Rezo" e "Cedo ou Tarde", mas continuou desvinculado do som do Quabales, evidenciando um deslize da curadoria.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV