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Bomba Estéreo traz ritmos caribenhos a show com Karol Conka no Rio

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GREGORY SCRUGGS

SEATTLE, EUA (FOLHAPRESS) - Na cidade onde nasceu o grunge, Seattle, nos Estados Unidos, uma fila de um quarteirão inteiro se aglomerou em uma casa local para a estreia da turnê global da banda colombiana Bomba Estéreo, destaque do palco Sunset neste sábado (23) no Rock in Rio, ao lado de Karol Conka.

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No evento, o grupo deve reprisar o show do lançamento de seu quarto disco "Ayo", que mistura a champeta (ritmo colombiano) com textura eletrônica. O álbum é o segundo com uma grande gravadora (Sony). "Eles não tentaram mudar nossa música", defende Simón Mejía em entrevista à reportagem, lembrando que o selo os ajudou a ganhar mais exposição.

Depois do sucesso de "Soy Yo", que se tornou um hino feminino, uma das principais faixas do novo álbum é "Flower Power". Novo hit feminista para mulher latina? "Não", diz Li Saumet. "Não quero falar de feminismo nem de política. Mas definitivamente a arte é uma plataforma para dizer o que se sente, sobretudo em um tema tão delicado como o das mulheres", complementa.

Para Mejía o grupo mantém a mesma essência do início da carreira. "A mescla do Caribe com a música eletrônica". "Mas evoluímos. Em `Duele', por exemplo, experimentamos uma melodia que lembra as músicas do Oriente Médio", complementa Saumet. Esse ecletismo foi uma das coisas que chamou a atenção do grupo para a rapper Karol Conka, parceira de palco do Rock in Rio. "Ela é desses artistas latinos com um som novo muito legal, que mistura sons brasileiros com elementos de música eletrônica."

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O grupo chega em um momento em que a música caribenha está em alta, principalmente com o sucesso do reggaeton "Despacito", de Luis Fonsi, e espera colocar a champeta também no mainstream. "O reggaeton é um pouco mais lento, a champeta é mais africana, pode ter mais guitarra... É tudo do Caribe, não?", conta Mejía, celebrando o sucesso dos colegas.

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