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Japão se alinha com Trump e pede mais pressão sobre Coreia do Norte

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em um discurso na Assembleia Geral da ONU totalmente dedicado às tensões com a Coreia do Norte, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, afirmou que é necessário "mais pressão" para lidar com a Coreia do Norte, "não diálogo".

Alinhando-se ao posicionamento americano, o premiê declarou que as negociações para desarmamento de Pyongyang das últimas duas décadas haviam falhado e demonstrou apoio às declarações do presidente americano Donald Trump de que "todas as opções estão sobre a mesa".

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Nos últimos meses, a Coreia do Norte intensificou seus testes balísticos e lançou dois mísseis que sobrevoaram a ilha do Japão, aumentando a tensão entre os dois países.

"A gravidade desta ameaça é sem precedentes", disse Abe à plateia de líderes mundiais e diplomatas.

"As armas nucleares da Coreia do Norte já são, ou estão a ponto de se tornarem, bombas de hidrogênio " afirmou o premiê, acrescentando que "cedo ou tarde" Pyongyang conseguirá lançá-las usando mísseis intercontinentais.

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Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU, na terça-feira (19), Trump retomou o tom duro contra o regime de Kim Jong-un e disse que se os Estados Unidos "forem forçados a se defender ou defender seus aliados, não teremos outra a escolha que destruir totalmente a Coreia do Norte".

Em resposta, o ministro de relações exteriores norte-coreano, Ri Yong-ho, disse que "ele [Trump] está sonhando se pensa em nos assustar com o som de um cachorro latindo".

O discurso de Ri na cúpula está previsto para sexta-feira (22) e deve ser recebido com atenção pela comunidade internacional.

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A chanceler alemã Angela Merkel criticou o tom do discurso de Trump e afirmou ser "contra essas ameaças" em entrevista durante sua campanha eleitoral.

Perguntado sobre as declarações de Trump, o presidente brasileiro, Michel Temer, disse que a posição brasileira é sempre de "conversas, de soluções diplomáticas".

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