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Cidade do México tem noite de barulho e medo após terremoto

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ANA PAULA TOVAR

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CIDADE DO MÉXICO (FOLHAPRESS) - A noite dos moradores da Cidade do México foi de medo e tensão depois do terremoto de magnitude 7,1 que atingiu o país nesta terça-feira (19). Ao menos 217 pessoas morreram após o tremor que atingiu a capital e mais cinco Estados.

Tudo ficou mais sombrio à noite. Algumas ruas têm eletricidade, e outras não. O bairro mais valorizado da capital mexicana, La Condesa, está mais escuro do que nunca: bares e restaurantes estão fechados e apagados. Os parques estão vazios e quem caminha o faz com lanternas.

Jorge Cueto chegou à Cidade do México em 1984 e já enfrentou dois grandes terremotos. "Não se deve sair às ruas em manada, é preciso verificar a situação dos edifícios e permanecer em casa. Agora não temos brigadas de ajuda e isso começa a atrapalhar", disse ele. Às 21h, muita gente continua nas ruas: jovens com capacetes e luvas dispostos a ajudar; um grupo de escoteiros instalaram barracas na praça Rio de Janeiro, no bairro Roma.

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Outros estão na rua porque se recusam a voltar para suas casas. Eles se sentam em cadeiras na calçada, como se vivessem no interior e não na capital do país.

Há muita paranoia e circulam mensagens catastróficas. O governo tem pedido por alto-falantes nas ruas para que não se espalhem notícias falsas: "não é possível prever um terremoto".

Em vários parques foram organizados centro de doações, onde se pede água e principalmente material médico. Também há pedidos de comida, cordas, máscaras e pás.

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Empresas de construção ofereceram suas escavadeiras, mas elas não estão sendo usadas nos prédios que ruíram, pois existe o risco de que existam pessoas ainda soterradas nos escombros. Às 4h, já há menos adrenalina, mas o barulho das ambulâncias e bombeiros não cessa. Os socorristas gritam do lado de fora de um prédio que caiu na esquina das ruas Medellín e San Luis Potosí. Há um barulho constante de apitos.

Nesta quarta (20) não há aulas nas escolas e nem expediente na maioria das empresas, mas os bancos funcionam. Espera-se que as pessoas continuem se ajudando, assim como fazem há 32 anos.

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