Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Americano Miguel faz show morno com presença relâmpago de Emicida

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

MARCO AURÉLIO CANÔNICO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Quase no fim da apresentação do cantor americano Miguel no palco Sunset, na noite deste sábado (16), o rapper paulistano Emicida entrou em cena e revelou para a plateia que seu jovem colega, de 31 anos, estava apreensivo com o show.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Eu tô há dois dias andando com esse cara aqui, coração puro, tava preocupado, 'será que as pessoas me conhecem?'", disse o brasileiro, convidado pelo americano a participar.

A resposta, como ficou evidente durante a apresentação, é não: o público do Rock in Rio não conhecia Miguel ou suas músicas. Nem mesmo seu maior sucesso, "Adorn", que venceu um Grammy de melhor canção de r&b (e fechou o show), foi entoado pela plateia -que, no entanto, acompanhou com interesse e respeito.

A situação poderia ter sido contornada com uma participação mais efetiva de Emicida no show, que era o que se esperava -Zé Ricardo, curador do palco Sunset, anunciou os artistas dizendo que o público veria "um encontro não só de música, mas de alma".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Era propaganda enganosa, no entanto: a dupla, que não se conhecia até o Rock in Rio e não parecia ter grandes afinidades (talvez pela barreira da língua), fez apenas duas músicas, tornando-se o mais breve dos encontros do festival. É pena, porque o simpático e empolgado Miguel mostrou que tem voz e ideias musicais suficientes para fazer um show mais animado do que o que se viu. Sua entrada no palco, ao som de um grave que reverberava no peito da plateia, foi promissora. Acompanhado de quatro músicos -baterista, tecladista, guitarrista e um baixista que também se alternou nos teclados-, ele foi saudado pela plateia e reagiu com empolgação.

"Foda, muito foda", disse o americano, em português, ao ter seu nome gritado. "Foda pra caralho. Estou muito feliz de estar aqui com vocês."

Mostrando a extensão de seus falsetes nas canções puramente r&b (como "Drugs", que teve citação de "Stir it Up", de Bob Marley, e "Quickie", introduzida com um sample de "I Get Around", de Tupac), Miguel conseguiu entreter a audiência e evitar que ela debandasse, mas não chegou a empolgar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mais próximo que se chegou disso foi mesmo na entrada de Emicida, que cantou "Oásis", mistura de rap, rock, r&b e eletrônica que os dois gravaram recentemente.

Na sequência, o americano convidou o brasileiro a improvisar em cima de uma de suas canções ("Skywalker"), o que ele fez com a facilidade costumeira, mas sem muita inspiração.

Apesar de sua empolgação e simpatia, Miguel mostrou que não tinha cacife para ser o principal show do palco Sunset no sábado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV