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Festa na federal de Goiás termina com um estudante morto e outro baleado

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MARCELO TOLEDO

RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) - Um estudante foi morto a tiros e outro ficou ferido durante uma festa universitária dentro do campus 2 da UFG (Universidade Federal de Goiás), em Goiânia, nesta sexta-feira (15).

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Os tiros foram disparados numa área gramada entre o centro de convivência e a FAV (Faculdade de Artes Visuais) durante uma festa chamada Calourada Integrada 2.0, por volta das 23h.

O estudante de ciências ambientais Arial Bem Hur Costa Vaz foi morto com um tiro. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital. Outro jovem, cujo nome não foi revelado, ficou ferido.

Segundo a polícia, não há dados concretos sobre a autoria e os motivos que levaram ao crime. No local, foram achadas cápsulas de munição .40. Em redes sociais, alunos relatam que o crime teria ocorrido devido a um esbarrão durante a festa, que desencadeou uma briga e culminou com o disparo dos tiros. Também não se sabe se Vaz e o outro estudante estavam envolvidos com o tumulto.

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O estudante que ficou ferido foi socorrido ao Hugol (Hospital de Urgências Governador Otávio Lage) e continua internado. Já o corpo de Vaz foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) da capital goiana.

De acordo com o DCE (Diretório Central dos Estudantes), a festa contava com autorização da Reitoria e havia profissionais de duas empresas de segurança privada no local, uma fixa da UFG e outra contratada para o evento.

Segundo o diretório, medidas cabíveis para responsabilizar quem colocou em risco a integridade física e psicológica dos estudantes estão sendo tomadas. Ainda conforme o DCE, a orientação para quem quiser ajudar na investigação é procurar a DIH (Delegacia de Investigações de Homicídios).

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O episódio gerou críticas como a do MPG (Movimento Popular Goianiense), que questionou a UFG sobre medidas que serão adotadas diante do que consideram falhas dentro das dependências da universidade.

"Todo ano sempre há morte, acidente e problemas envolvendo o nome da instituição", diz trecho do questionamento postado numa rede social da UFG.

A reportagem não obteve contato com a universidade neste sábado (16).

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