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Seleção do samba homenageia gênero em show de clássicos no Rock in Rio

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MARCO AURÉLIO CANÔNICO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O já estabelecido ecletismo musical do Rock in Rio avançou mais uma casa na noite desta sexta (15), com um show em homenagem ao centenário do samba, encerrando as apresentações do palco Sunset.

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Mesclando veteranos (Monarco, Martinho da Vila, Alcione e Jorge Aragão) e jovens (Martn'alia, Roberta Sá e Criolo), a apresentação teve um repertório de clássicos do gênero e mostrou que ele está no inconsciente nacional, mesmo no caso de um público que nitidamente não tinha muito samba no pé (nem no gogó).

"O samba é o ritmo brasileiro de raiz, que todos nós amamos e festejamos. O Rock in Rio tem a honra de fazer uma homenagem aos 100 anos do samba", disse o curador do palco Sunset, Zé Ricardo, introduzindo o show.

Ele começou com uma das manifestações mais antigas do ritmo, o jongo. Com roupas coloridas e sua dança tradicional, os integrantes do Jongo da Serrinha cantaram "Axé de Inangá", abrindo caminho para o desfile dos sambistas.

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A figura simpática de Martinho da Vila entrou em cena com um pot-pourri que misturou "Canta, Canta Minha Gente" e "Pelo Telefone", antes de cantar "A Voz do Morro" acompanhado de sua filha Mart'nália.

A cantora, por sua vez, fez duas homenagens dentro da homenagem: uma a Luiz Melodia ("Estácio, Holly Estácio"), morto há pouco mais de um mês, e outra à "primeira-dama do samba", Dona Ivone Lara ("Alguém me Avisou" e "Sonho Meu").

O rapper paulistano Criolo, cujo último disco foi centrado em sambas, defendeu a linhagem sambista de seu Estado com dois clássicos de Adoniran Barbosa, "Tiro ao Álvaro" e "Saudosa Maloca".

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Num dos momentos mais animados, Monarco e Roberta Sá emendaram uma sequência de canções portelenses, sendo acompanhados pelo público,.

Quem também defendeu sua escola (no caso, a Mangueira) foi a maranhense Alcione, que ainda fez graça com a plateia ("Hoje é dia de samba, bebê", disse) e com Jorge Aragão, o último a entrar em cena, cantando seus sucessos "Coisinha do Pai" e "Vou Festejar" -esta, a mais cantada pela audiência.

A homenagem foi encerrada com um dos maiores sambas-enredos da história, "Aquerela Brasileira", reunindo todos os artistas em coro. É pena que não se tenha convidado uma bateria de escola de samba, mas a ausência não chegou a estragar a festa.

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