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Animação 'O que Será de Nozes 2' não empolga e provoca bocejos

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MARINA GALEANO

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com um orçamento relativamente modesto de US$ 42 milhões, a animação "O que Será de Nozes" (2014) revelou-se uma surpresa de bilheteria ao arrecadar cerca de US$ 120 milhões em todo o mundo.

Só mesmo os tostões para justificar a existência da continuação de um filme tão... chato. Além de não empolgar e provocar bocejos, "O que Será de Nozes 2", dirigido por Cal Brunker, tem uma pegada muito parecida com a de seu antecessor.

Novamente, a turma de roedores urbanos liderada pelo esquilo Max (Surly na versão em inglês) está à procura de um lar.

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Os dias de fartura na loja abandonada de castanhas -conquistados no primeiro longa- acabam quando uma explosão leva tudo pelos ares. Agora gordinhos, preguiçosos e acomodados, os bichos precisam não só encontrar um novo teto como recuperar os instintos perdidos.

A missão, que já não era simples, ganha contornos dramáticos no momento em que o inescrupuloso prefeito de Oakton City decide transformar o parque da cidade num lucrativo e capenga parque de diversões.

Ao som de "Born To Be Wild", de Steppenwolf, os roedores começam uma verdadeira revolução dos bichos ao lutar contra tratores, escavadeiras e trabalhadores da obra. Para vencer a árdua batalha, os esquilos, castores e marmotas contam com o reforço inusitado de um exército de ratos brancos chineses.

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Nem a rebelde trilha sonora, porém, consegue animar o público. A história, rasa, previsível e sem graça, abusa das reviravoltas para preencher o tempo de exibição. É inevitável não conferir o relógio repetidamente durante a sessão. Os minutos se arrastam na tela.

O excesso de mensagens motivacionais também prejudica. Andie, esquilo-fêmea, é um manual ambulante de autoajuda. De sua boca saem frases do tipo "a vida não tem atalhos", "individualmente somos pequenos, mas juntos somos grandes", entre outras que ressaltam a importância do trabalho árduo e do trabalho em equipe.

A mimada filha do prefeito que grita sem parar com uma voz histérica e estridente engorda a lista das coisas irritantes presentes no filme ?assim como um ratinho azul que só se manifesta para berrar "vamos morreeeeeer".

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Exceto pelo visual bem feito e bacaninha, "O Que Será de Nozes 2" não passa de mais uma animação descartável, que resolveu arriscar a sorte outra vez nas bilheterias mundo afora.

O QUE SERÁ DE NOZES 2

(The Nut Job 2: Nutty by Nature)

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DIREÇÃO Cal Brunker

PRODUÇÃO EUA, 2017, livre

ELENCO Jeff Dunham, Joe Pingue e Will Arnett

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AVALIAÇÃO ruim

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