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Em 'Breathe', Andrew Garfield vive símbolo da luta de deficientes

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GUILHERME GENESTRETI, ENVIADO ESPECIAL

TORONTO, CANADÁ (FOLHAPRESS) - O Festival de Toronto apresentou nesta terça (12) mais um filme cuidadosamente criado para comover a Academia e tentar uma vaga no Oscar: "Breathe", dirigido por Andy Serkis, o Gollum, de "O Senhor dos Anéis".

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Andrew Garfield interpreta a história real de Robin Cavendish, inglês diagnosticado com pólio aos 28 anos de idade e que, contrariando recomendações médicas, preferiu ser tratado em casa, e não no hospital.

Cavendish ficou com a maior parte do corpo paralisado, mas contou com o apoio incondicional da mulher, Diane, vivida por Claire Foy. Sua iniciativa impulsionou os direitos de pessoas com deficiência.

O retrato que Serkis faz do caso é leve e terno, mas com açúcar o suficiente para comover os membros da Academia.

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"Hoje vivemos em tempos em que pessoas são descartadas", disse em conversa com a imprensa após a exibição do filme. "Por isso que achei esse filme tão forte. É um lembrete do que é o verdadeiro amor."

Esse é o primeiro trabalho na direção de Serkis, ator inglês conhecido por interpretar personagens recriados com computação gráfica.

Além de seu papel em "O Senhor dos Anéis", ele também faz o gorila no "King Kong" de Peter Jackson, o vilão Snooke da nova trilogia "Star Wars" e o símio Caesar do novo "Planeta dos Macacos" ?em todos eles seu rosto é encoberto pela engenharia digital.

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Garfield citou as dificuldades em interpretar um sujeito que só mantém os movimentos nos músculos da face. "Não haveria palavras para descrever o que estava encapsulado naqueles anos."

Cavendish morreu em 1994. Robin, seu filho, é um dos produtores do longa.

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