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Após sanções, Coreia do Norte diz que EUA sentirão 'a maior dor' de sua história

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após rejeitar a resolução do Conselho de Segurança da ONU que impôs novas sanções a Pyongyang, a Coreia do Norte disse nesta terça (12) que os Estados Unidos sentirão em breve ?a maior dor que já experimentaram em sua história?.

Presente na Conferência de Desarmamento, promovida pela ONU, o embaixador da Coreia do Norte em Genebra, Han Tae Song, afirmou que o desenvolvimento da força nuclear de Pyongyang está em fase de finalização e que os EUA estão obcecados em reverter esse avanço.

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"O regime de Washington disparou um confronto político, econômico e militar, está obcecado com o jogo selvagem de reverter o desenvolvimento de força nuclear pela Coreia do Norte, que já atingiu a fase de finalização", afirmou o Tae Song, que garantiu que "as próximas medidas da Coreia do Norte farão com que os EUA sofram a maior dor que já experimentaram em sua história".

ONU

Nesta segunda (11) Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução que determinou novas sanções contra a Coreia do Norte, mas não previu proibição às exportações de petróleo ao país, como queriam os Estados Unidos. Foi a oitava rodada de sanções aprovada contra a Coreia do Norte por seu programa nuclear desde julho de 2006 ?a metade delas passou no último ano e meio.

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De última hora, o governo americano cedeu e apresentou um texto menos duro para ter o apoio fundamental da China, aliada do regime norte-coreano, e da Rússia.

A nova resolução proíbe exportações do setor têxtil pela Coreia do Norte e a venda de gás natural para o país. Em relação ao petróleo, a decisão foi de colocar um limite nas exportações de petróleo refinado ao país, de 2 milhões de barris por ano.

Segundo a Agência de Informação de Energia americana, isso vai representar um corte de cerca de 10% do petróleo que Pyongyang hoje importa da China, seu principal parceiro comercial e de onde parte cerca de 90% do combustível importado pela Coreia do Norte.

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O governo americano tinha pedido, na última semana, que o Conselho aprovasse sanções "mais duras possíveis" após o regime norte-coreano fazer o seu sexto e mais potente teste com bomba nuclear, no último dia 3.

Segundo o regime de Kim Jong-un, a bomba era de hidrogênio, com potencial destrutivo ao menos seis vezes superior ao da bomba de Hiroshima (1945). O abalo captado por Seul foi dez vezes o gerado por testes anteriores de Pyongyang.

O objetivo ao propor uma proibição nas exportações de petróleo era impactar diretamente setores vitais da economia da Coreia do Norte, como a agricultura. Pequim e Moscou, contudo, já haviam sinalizado que vetariam uma resolução nesses termos.

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O texto aprovado nesta segunda também não impõe uma proibição de viagem nem congela os bens de Kim Jong-un, como estava no primeiro rascunho americano.

A resolução determina que todos os países inspecionem navios que entram e saem de portos norte-coreanos em busca de materiais que possam servir para pesquisa ou desenvolvimento militar, mas não autoriza o uso da força contra navios que não permitam a inspeção, como tinha sido proposto inicialmente pelo governo Donald Trump. É preciso ainda, segundo o texto, que as inspeções sejam feitas com o consentimento dos países onde os navios são registrados, o que pode abrir espaço para violações.

Outra concessão feita foi sobre os trabalhadores norte-coreanos. O primeiro texto dizia que os países não deveriam fornecer autorização de trabalho a norte-coreanos a não ser que ela fosse necessária para assistência humanitária ou desnuclearização. O veto impactaria a Rússia, que conta com a mão de obra.

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