Mulher de premiê israelense pode ser indiciada sob suspeita de corrupção
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O procurador-geral de Israel, Avichai Mandelblit, considera indiciar a mulher do premiê Binyamin Netanyahu, Sara, sob suspeita de usar recursos públicos para serviços pessoais de jantar que chegam ao montante de US$ 100 mil.
O comunicado do Ministério da Justiça, divulgado nesta sexta-feira (8), informa que Sara pode ser processada por delitos que incluem suborno, fraude e violação de confiança.
O possível indiciamento é mais um embaraço para o premiê, que é alvo ele mesmo de acusações de corrupção.
Em texto publicado em sua página oficial no Facebook, o primeiro-ministro afirma que as suspeitas contra Sara são "absurdas" e que as acusações "vão evaporar na audiência", na qual Sara será ouvida.