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'Lino' traz qualidade à produção nacional de animação

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MARINA GALEANO

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Alguma vez na vida, você já deve ter se solidarizado com as agruras de um animador de festa infantil. Horas intermináveis embaixo de uma fantasia quente, peluda, fedida e sendo perseguido por crianças enlouquecidas no meio do salão.

Lino, personagem que dá nome à animação brasileira produzida pela StartAnima, é um retrato exagerado e engraçado dos dramas enfrentados por parte desses profissionais.

Sob direção de Rafael Ribas e distribuição da Fox Film, "Lino" chega aos cinemas para fazer frente com filmes que levam a assinatura de gigantes como Disney-Pixar e Universal.

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O resultado se revela uma boa notícia à produção cinematográfica nacional do gênero.

Principalmente quando se considera o orçamento empregado: R$ 6 milhões –uma "mixaria" perto dos US$ 80 milhões gastos em "Meu Malvado Favorito 3" ou dos US$ 175 milhões envolvidos na realização de "Carros 3", por exemplo.

Para não começar essa árdua disputa em desvantagem, o estúdio brasileiro utilizou um software de geração de imagens desenvolvido pela Pixar, o que garantiu a "Lino" um visual gráfico digno das animações americanas mais modernas.

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Também apostou numa trama "madura", sobre superação, dirigida não só aos pequenos, mas à toda a família. Por isso, o longa é recheado de referências ao universo dos adultos, como He-Man, "De Volta para o Futuro" e a eterna discussão biscoito X bolacha.

Azarado ao extremo, Lino -numa dublagem inspirada de Selton Mello- leva uma vida absolutamente frustrada sob a fantasia do gato amarelo e vermelho que (des)anima festinhas infantis.

Cansado de tanta desgraça, ele cai na lábia do guru charlatão Don Leon, e seus problemas começam pra valer.

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O animador se transforma no próprio gato, é confundido com o "maníaco da fantasia", passa a ser perseguido pela polícia e ainda precisa dar conta de uma menininha que literalmente gruda nele.

Embora criativo, o roteiro derrapa. Falta timing cômico à atrapalhada dupla de tiras formada por Osmar e Mellos (o trocadilho não é mera coincidência), e a overdose de piadinhas sobre pum -sempre elas- desfavorece. O desfecho exagera no quesito autoajuda e se torna quase didático.

Esses deslizes, porém, não ofuscam os méritos de "Lino". Um filme simpático, divertido e bem executado, que não deixa nada a dever a muitos desenhos gringos.

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LINO

DIREÇÃO Rafael Ribas

PRODUÇÃO Brasil, 2017, livre

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AVALIAÇÃO bom

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