Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Catalunha convoca plebiscito sobre independência para 1º de outubro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Parlamento da Catalunha aprovou nesta quarta-feira (6) a convocação do plebiscito sobre a independência da região para 1º de outubro, apesar de que o Tribunal Constitucional da Espanha deva derrubar a medida.

A lei que regulamenta a consulta foi aprovada por 72 dos 135 deputados, todos dos separatistas Juntos pelo Sim e Candidatura da Unidade Popular, e se abstiveram os 11 deputados da divisão catalã do esquerdista Podemos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As bancadas do Cidadãos, do Partido dos Socialistas e do Partido Popular abandonaram o plenário por discordarem da votação. O Cidadãos anunciou uma moção de censura, que deve ser rejeitada pela maioria independentista.

A oposição tentou obstruir a votação, o que levou a sessão plenária a durar mais de 12 horas. A medida foi assinada na sequência pelo presidente da comunidade autônoma, Carles Puigdemont, favorável à separação da Espanha.

"Os conceitos de Estados e unidades da pátria que passavam por cima dos direitos dos cidadãos não tem vez na Europa de hoje. A Catalunha pertence a este mundo que avança e, por isso decidirá seu futuro", disse Puigdemont.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lei define a Catalunha como sujeito político soberano e estabelece que a independência seja declarada 48 horas depois da vitória do "sim". Isso contraria a Constituição da Espanha, que determina a indivisibilidade do país.

O governo espanhol deve entrar nesta quinta (7) com um recurso no Tribunal Constitucional, que deve declarar a inconstitucionalidade da lei catalã, abrindo um novo impasse entre as autoridades de Madri e Barcelona.

O movimento pró-independência ganhou força em 2012, em meio à crise econômica europeia. Além da anulação de seu status como nação, o governo de Mariano Rajoy recusou que a comunidade tivesse autonomia tributária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mesmo ano, o independentista Artur Mas assumiu o governo catalão prometendo um plebiscito. Ele convocou uma consulta não oficial em 2014, que reuniu 35% do eleitorado, dos quais 80% aprovaram a separação.

Os independentistas conseguiram no ano seguinte a maioria no Parlamento e aprovaram resolução que deu início ao processo pelo plebiscito, que avançou apesar de o Tribunal Constitucional espanhol tê-lo declarado ilegal.

Devido ao avanço da consulta, a Justiça da Espanha cassou em março passado os direitos políticos de Mas por dois anos. A expectativa é de uma nova retaliação das autoridades centrais espanholas aos políticos catalães.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV