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Jovens imigrantes protestam contra decisão de Trump que revoga vistos

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Com gritos de "Não a Trump, não à KKK, não aos EUA fascistas", dezenas de manifestantes marcharam nesta terça (5) da Casa Branca até o Departamento de Justiça, em Washington, após o secretário Jeff Sessions anunciar o fim do programa que regularizava temporariamente a situação de imigrantes que chegaram aos EUA quando crianças.

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Entre elas, estava a mexicana Angeles Mendez, 19, que chegou aos EUA aos dois anos e deve perder o status regular garantido pelo decreto conhecido como Daca quando sua permissão atual expirar, em fevereiro de 2018.

"Nasci no México, mas me assusta a possibilidade de ter que voltar, pois eu teria que aprender tudo sobre um lugar que eu não conheci de fato. Eu cresci aqui falando inglês", diz Mendez, que vive em Nova York e veio a Washington para protestar.

Em Nova York, o grupo de manifestantes diante da Trump Tower foi maior.

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Houve protestos em cidades como Phoenix e Denver.

Em Washington, a marcha passou em frente ao Trump Hotel, na avenida Pensilvânia, a mesma da Casa Branca, aos gritos de "vergonha".

Os procuradores-gerais de Califórnia, Nova York e Washington afirmaram que entrarão com ações contra o governo para manter o programa. O governador de Nova York, o democrata Andrew Cuomo, também cogita processar o governo federal.

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"O presidente Trump virou as costas para centenas de milhares de crianças e jovens americanos que colocaram sua confiança no governo. Ao acabar com o Daca, o governo Trump também violou a lei federal e a Constituição", disse o procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, um democrata.

A decisão de Trump responde à ameaça de dez procuradores-gerais republicanos (de Texas, Louisiana, Alabama e Arkansas e outros) de processá-lo se ele não revogasse o Daca.

Em comunicado, Trump, disse ter sido aconselhado por Sessions e "todos os outros especialistas legais" que o programa era "inconstitucional e não poderia ser defendido nos tribunais".

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