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João Baldasserini diz que 'Pega Pega' inspira a lidar com peso na consciência

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DIEGO BARGAS

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nos capítulos de "Pega Pega" (Globo) da última semana, foi descoberto o envolvimento de Agnaldo (João Baldasserini) no roubo do carioca Palace -o crime movimenta a trama da atual novela das 19h desde os primeiros capítulos.

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O personagem, que era recepcionista promovido a concierge do Carioca Palace, deve ser preso no capítulo desta terça (5).

Ele é o segundo funcionário do hotel a ser acusado pelo roubo, o que desencadeará uma caça aos outros ladrões.

"Ele era pobre, a situação estava complicada, e ele toma essa atitude inconsequente. Ele não um vilão, mas as atitudes têm consequências", diz João Baldasserini à reportagem.

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"Ele tem suas qualidades, mas ao mesmo tempo tem defeitos. O arquétipo do mocinho e do vilão é muito antigo. Eu faço coisas boas e umas merdas. As pessoas são assim na vida. Taxar os personagens é muito careta.

O ator se destacou em "Haja Coração" (Globo), novela de 2016 na qual interpretou um divertido vilão. "O Beto era espontâneo como o Agnaldo. Ambos são leves, divertidos, mas o Agnaldo é vulnerável, fácil de manipular."

"Descobriram essa coisa de humor em mim. Em 13 anos como ator essa é minha segunda vez que me destaco na TV com comédia. Eu amo atuar, e se for para fazer comédia, farei o melhor possível. Para mim, a distância entre o drama e a comédia é muito curta", diz João.

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MORAL DA HISTÓRIA

Em "Pega Pega", chegou a hora de Agnaldo pagar por seu crime. "A novela traz a noção de que as pessoas têm suas falhas e a oportunidade de reconhecê-las, e que é preciso coragem para isso. Mostra para o público que todos podem buscar perdão", diz o ator.

"O importante, mais do que o crime, é ver como os personagens lidam com a própria consciência. É isso que precisamos no nosso país. Esses políticos precisam ter coragem de assumir seus erros. A novela tem esse lado inspirador de ajudar as pessoas a lidar com o peso na consciência. Hoje em dia é vergonhoso ver as coisas que acontecem e como as pessoas lidam com isso. Então é bom termos uma história com um crime e com uma trajetória de transformação."

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