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ATUALIZADA - Trump eleva tom e avalia retaliação militar e econômica

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste domingo (3) que as ações do regime da Coreia do Norte "são muito hostis" e prepara novas punições à ditadura de Kim Jong-un após o sexto e mais poderoso teste nuclear do país comunista.

"A Coreia do Norte fez um ataque nuclear significante. Suas palavras e ações continuam a ser muito hostis e perigosas para os EUA", disse, em uma rede social.

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Ele criticou a China, que tentou conter Kim Jong-un vetando importações de produtos do vizinho. "A Coreia do Norte é uma nação trapaceira que virou uma ameaça e um constrangimento para a China, que tenta ajudar, mas com pouco sucesso."

Também fez referência à aliada Coreia do Sul, cujo presidente, Moon Jae-in, rejeitou a instalação de um sistema de mísseis americanos no país e defende o diálogo em vez da escalada do conflito.

"A Coreia do Sul está percebendo, e eu já disse a eles, que seu discurso de apaziguamento não vai funcionar, eles só entendem uma coisa!"

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Após as declarações, Trump se reuniu com seu vice, Mike Pence, e membros de seu gabinete para avaliar possíveis retaliações a Kim Jong-un. O secretário de Defesa, James Mattis, disse ter informado o presidente de todas as opções militares.

"Não queremos aniquilar nenhum país, como a Coreia do Norte, mas temos muitas opções para fazê-lo", adverte Mattis a Pyongyang.

Já o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, declarou que preparará sanções econômicas. "Aqueles que fazem negócios com eles [Coreia do Norte] não poderão fazê-lo conosco", disse, em referência aos países que ainda vendem produtos ao regime.

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A pedido dos EUA, Coreia do Sul, Japão, Reino Unido e França, o Conselho de Segurança da ONU fará uma reunião nesta segunda-feira (4). O secretário-geral da organização, António Guterres, chamou o teste de "profundamente desestabilizador".

BRICS

Embora tenham condenado o teste nuclear, China e Rússia pediram calma a americanos e norte-coreanos."Estamos convencidos de que o problema da desnuclearização da península coreana pode ser resolvido por meio do diálogo", disse o chanceler russo, Sergei Lavrov.

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"A China pede que a Coreia do Norte cesse suas ações incorretas que pioram as tensões e são contra seus próprios interesses, e retornem ao diálogo para resolver seus problemas", declarou a chancelaria chinesa, em nota.

O desejo de negociações também aparecerá na declaração da cúpula do Brics, bloco que também inclui Brasil, Índia e África do Sul, a ser divulgada na segunda.

No evento, na cidade chinesa de Xiamen, o presidente chinês, Xi Jinping, disse que o egocentrismo está em ascensão no mundo e ressaltou que é preciso acabar com as "chamas da guerra".

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Já o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, disse que o novo teste é uma "ameaça apavorante" e que o mundo está ficando "cada vez mais perigoso". "É preciso deter essa escalada. O Brasil condena e apoia resolução da ONU aplicando sanções à Coreia do Norte".

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