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Após míssil, EUA sobrevoam zona fronteiriça com Coreia do Norte

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após o lançamento de um míssil norte-coreano que sobrevoou o Japão, as forças aéreas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul realizaram nesta quinta-feira (31) exercícios sobre a península coreana.

As manobras envolveram dois bombardeiros americanos supersônicos com capacidade nuclear e quatro caças furtivos dos EUA, além de caças sul-coreanos. As atividades fazem parte dos exercícios militares anuais entre EUA e Coreia do Sul, que estão em andamento desde a semana passada.

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Realizadas em território sul-coreano, as manobras contam com milhares de soldados e se encerram nesta quinta (31). Durante as atividades, simulações de computador são projetadas para preparar EUA e Coreia do Sul para uma eventual guerra contra a Coreia do Norte.

Pyongyang se opõe a tais atividades e diz que esses exercícios são um ensaio geral de uma invasão a seu território. Um editorial do jornal "Rodong Sinmun", do regime norte-coreano, chegou a dizer que tais atividades podem resultar em "verdadeiros combates".

EUA e Coreia do Sul, por sua vez, descrevem os exercícios como de "natureza defensiva".

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A tensão entre Coreia do Norte e os EUA aumentou Pyongyang após testar mísseis balísticos intercontinentais em julho. Nesta quarta-feira (30), Trump afirmou que "conversar não é a resposta" para resolver a crise.

Trump também já havia dito que a Coreia do Norte vai responder com "fúria e fogo" caso faça novas ameaças e que as armas norte-americanas estão "engatilhadas e carregadas".

'AUTODESTRUIÇÃO IMINENTE'

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Também nesta quinta, a Coreia do Norte advertiu o Japão sobre o risco de "autodestruição iminente" do país por sua aliança com os EUA.

O "vínculo militar" entre os dois aliados se tornou uma "séria ameaça" para a península coreana, disse a agência de notícias norte-coreana KCNA.

Antes, o premiê japonês, Shinzo Abe, denunciou o lançamento do míssil norte-coreano que sobrevoou a ilha de Hokkaido como "uma ameaça grave, séria e sem precedentes", e concordou com Trump sobre a necessidade de "incrementar a pressão exercida sobre a Coreia do Norte".

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