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Em 'Atômica', Charlize Theron briga como poucas vezes se viu

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THALES DE MENEZES

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Atômica" vem para dar corpo a uma espécie de novo subgênero dos filmes de ação: aqueles dirigidos por ex-dublês, que parecem saber o que é necessário para rodar cenas visualmente impressionantes.

Quando o também dublê Chad Stahelski dirigiu "De Volta ao Jogo" (2014), com Keanu Reeves no papel do assassino profissional John Wick, ele convidou David Leitch para ajudá-lo em algumas cenas. O filme foi um

tremendo sucesso. Enquanto Stahelski partiu para mais uma aventura de John Wick, Leitch tomou rumo próprio.

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Escolheu um quadrinho ambientado no fim da Guerra Fria, "The Coldest City", de Antony Johnston e Sam Hart, para colocar Charlize Theron como um John Wick de saias. No caso, saias curtas e decotes provocantes.

Ela é Lorraine Broughton, uma agente inglesa mandada para Berlim na semana da queda do Muro. No meio da efervescência das manifestações políticas, ela precisa localizar um espião russo que tem em seu poder a lista de todos os agentes ocidentais e seus disfarces, colocando todos em perigo.

Para ajudá-la, ela conta com um espião inglês em Berlim, David Percival (o sempre bom James McAvoy, de "X-Men" e "Fragmentado"), além da presença de uma misteriosa agente francesa (a argelina Sofia Boutella, "A Múmia" no recente filme com Tom Cruise).

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Logo depois de desembarcar em Berlim, Lorraine cai numa cilada e tem de começar a abrir seu caminho a tiros, socos e pontapés. Aí o diretor faz a diferença. Como na franquia "John Wick", as lutas são coreografadas, com impressionante simulação de violência. Às vezes não tão simuladas, já que Charlize quebrou dois dentes nas filmagens. Poucas vezes na tela uma heroína foi vista brigando tanto –e apanhando bastante. Quando a ação se aproxima do final, seu personagem está coberto de manchas roxas, inchaços e cortes no rosto.

Por isso, é bom apreciar a primeira parte do filme, quando a atriz sul-africana exibe sua beleza ímpar na tela. Charlize é bonita de doer, e sua legião de fãs terá muitas recordações das cenas lésbicas dela com Sofia Boutella, de alta octanagem.

A trama? Bem, o velho jogo de verdades e mentiras dos filmes de espiões. O roteiro melhora bastante a história original do gibi, que não é lá essas coisas. E capricha na solução final, que, embora seja um tanto óbvia, tem algum vigor.

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Para quem gosta de filmes de ação, "Atômica" é uma delícia. Brigas ótimas, personagens dentro de um limite razoável dos clichês do gênero e, principalmente, uma mocinha com todas as condições de disparar uma franquia de sucesso.

Acima de tudo, tem Charlize Theron, cada vez um nome forte do cinema aventureiro depois de suas performances em "Mad Max - A Estrada da Fúria" e "Velozes e Furiosos 8".

Para tirar o fôlego de um homem, a agente de "Atômica" pode dar uma joelhada em sua barriga. Para nocautear o espectador, Charlize Theron só precisa sorrir.

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ATÔMICA

(Atomic Blonde)

DIREÇÃO David Leitch

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ELENCO Charlize Theron, James McAvoy, Sofia Boutella

PRODUÇÃO EUA, 2017, 16 anos

AVALIAÇÃO muito bom

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