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Na praia de Ronaldo Fraga desfilaram todas as idades, silhuetas, gêneros e raças

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GIULIANA MESQUITA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nada no desfile de Ronaldo Fraga é de graça. Em um corredor na frente da Oca, no Parque do Ibirapuera, o estilista mineiro dispôs cadeiras de praias e fez com que toda a imprensa e convidados sentassem no sol escaldante das duas da tarde para conhecer sua coleção. Tudo parecia despropositado até a apresentação de fato começar.

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Quando o primeiro modelo cruzou a passarela, com um traje de banho claramente vindo dos anos 20, tudo fez sentido. Em sua primeira coleção dedicada somente a moda praia, Fraga brincou com a obsessão da moda retrô para colocar mulheres e homens mais velhos, tatuados, gordas, negros e deficientes físicos na passarela.

A escolha não parece estranha nem falsa, já que o estilista sempre faz castings diversos para suas apresentações, que, em seu último desfile, contou apenas com modelos transexuais. "Nessa praia tem todo o meu povo", fala o estilista depois do show.

Na prática, vimos maiôs com shortinho, listras pretas e rosas, hot pants, saias transparentes, vestidos de babados, bermudas com suspensórios acoplados, calças largas de linho, chapéus de época e uma forte inclinação marinheira.

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A beleza de bochechas e olhos marcados e ondas no cabelo delas e bigodinhos desenhados nos modelos que não tinham, de fato, bigode, transportou seu verão para os anos 1920.

"Estou comemorando os 100 anos de praia do Brasil. A década de 20 foi quando o país parou de olhar para a praia como coisas de negros e pobres", explica. "A elite começou a ir para a praia ainda ligados nas tendências europeias. Logo o Brasil, o país da sensualidade!".

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