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Prefeitura pede para o Google Maps desfocar imagem da casa de Doria

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GUILHERME SETO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo pediu para o Google Maps, ferramenta de mapeamento por satélite da gigante multinacional Google, desfocar as imagens da casa do prefeito João Doria (PSDB) no Jardim Europa, na zona oeste de São Paulo. A empresa acatou o pedido e atualmente não é possível ver a residência de Doria por meio do site.

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O pedido foi feito pela Assessoria Policial Militar, órgão do gabinete responsável pela segurança do prefeito.

Procurado pela reportagem, o Google Maps disse que não comenta casos individuais e enviou link em que consta a sua política de privacidade.

"Se você visualizar um rosto ou uma placa de veículo que precise de mais desfoque ou se quiser que desfoquemos sua casa ou seu carro inteiro, envie uma solicitação usando a ferramenta Informar um problema. Também podemos desfocar casas e carros inteiros ou parcialmente, caso você nos envie uma solicitação", diz o texto da empresa.

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"Além do desfoque automático de rostos e placas de veículo em conteúdo elaborado pelo Google, desfocamos imagens inteiras de carros, casas ou pessoas, quando solicitado", complementa outro trecho.

No entanto, ainda é possível ter acesso a um modelo tridimensional da casa por meio do Google Earth, site que faz imagens aéreas de cidades e casas por todo o globo.

A casa do prefeito virou palco de tensão política recentemente. Em julho, cerca de 200 manifestantes do grupo "Levante Popular da Juventude" fizeram protesto em frente a mansão, carregando cartazes, faixas, máscaras do prefeito e tambores. O muro da casa foi pichado com a inscrição "SP não está à venda".

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O protesto foi marcado por gritos de ordem contra os projetos de desestatização que são uma bandeira da gestão Doria. A dada altura, os manifestantes simularam um leilão de locais como o estádio do Pacaembu e o parque Ibirapuera, contemplados nos planos do prefeito.

Um estudante de 23 anos foi detido suspeito de ter feito a pichação no muro da casa e recebeu uma multa de R$ 5.000 da Prefeitura Regional de Pinheiros, nos termos de lei antipichação sancionada por Doria em fevereiro deste ano.

O prefeito associou a manifestação a "partidos esquerdistas" e ao MTST. Ele afirmou que protestos não impedirão os planos de privatização.

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Segundo Doria, os manifestantes teriam ameaçado agredir os seus seguranças. Questionado sobre o assunto, o prefeito disse que houve gritos e ameaças de invasão de sua casa e de pichação.

"Residência não é lugar de manifestação. Os que desejarem, façam em frente à prefeitura", diz o prefeito.

No mesmo dia, a parede da casa de Doria foi pintada por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). O prefeito gravou vídeo em que comemorava a atitude "espontânea", que contou com a participação de uma funcionária da Prefeitura de São Paulo, como mostrou a Folha de S.Paulo.

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A casa de Doria está entre as dez maiores da cidade segundo levantamento feito pela Folha de S.Paulo. Ela tem 7.031 metros quadrados de terreno, 3.304 metros quadrados de área construída, e valor estimado em R$ 46 milhões.

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